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Web Analytics
Apr 29th
Definição Web Analytics “The measurement of data as it relates to an Internet site, including the behavior of visitors, the amount of traffic, the conversion rates, web server performance, user experience, and other information in order to understand and proof of results and continually improve the results of a site towards a set of objectives.”(in WebTrends) Deixo aqui o link da Associação de Web Analytics (http://www.webanalyticsassociation.org/resource/resmgr/PDF_standards/WebAnalyticsDefinitionsVol1.pdf)
A Web Analytics é a forma de medir se o objectivo do WebSite está a ser cumprido, ou seja, para um negócio será obter novos clientes, reter e acrescentar valor ao seu cliente para rentabilizar o seu negócio, para uma organização sem fins lucrativos será satisfazer as pessoas que servem a sua organização e captar benfeitorias.
No fundo poderei dizer “o que não pode ser medido não pode ser melhorado “(Lord Kelvin), ou ainda ”medir é conhecer” (Lord Kelvin), quantas vezes pensaste que uma determinada página Web do teu Web Site de que gostas, afinal não é o que os teus visitantes gostam, esta medição é nos dada por esta tecnologia que pode ser de diferentes formas ou em combinação. Ambas com vantagens e desvantagens, mas que podem ser complementares, estou a comparar as duas mais usadas as que utilizam os ficheiros dos servidores Web e a outra que hoje em dia é a mais usada que se chama “In page tagging” que é a colocação de um código para que a informação seja enviada para um servidor Web, aquando da visita ao teu Web Site, depois os Web Servers processam os dados (estes dados não contêm dados pessoais dos visitantes).
Falar de Web Analytics é um tema que me apaixona, porque podemos saber desde o mais simples, que é número de visitantes e qual o seu crescimento ao longo do tempo. Mas também podemos saber métricas que nos ajudam a analisar quais as páginas com mais interesse pelos visitantes assim como aquelas que precisam de ser melhoradas.
Vejamos como é muito interessante saber qual a rede social que tem mais retorno para o Web Site e quais os Web Sites que servem de referência, vejamos o exemplo do meu blogue:
Concluímos que a rede social Linkedin, tem sido à que tem mais visitas e mais tempo no site, poderemos também tirar outras conclusões e com estes dados tomar decisões.
Podemos também optimizar quais as keywords (palavras-chaves) que nos trazem mais tráfego vejam a imagem :
Poderemos ver quais as keywords mais relevantes aqui na imagem com menos Bounce Rate, ou seja, visitaram páginas do blogue e permaneceram pelo menos mais de 10 segundos (esta é a norma, mas pode ser diferente). É também interessante saber que as páginas por visita são maiores que 1, mas este retrato permitiu conduzir uma optimização do blogue de forma a melhorar os resultados, mas leva o seu tempo. Vejam por favor o artigo anterior sobre SEO aqui no Marketing Portugal.
Podem ver-se as diferentes campanhas na imagem em baixo, esta vai permitir uma maior visibilidade e trazer tomadas de decisão.
Vejam também o meu artigo no meu blogue sobre como colocar as “tags” Colocar tags nos links e vejam o vídeo embora esteja em inglês é muito bom para começarem nesta temática http://www.youtube.com/watch?v=Hdsb_uH2yPU&feature=channel
Sobre o autor
Sou director de Marketing e tenho um novo site para adjudicar! E agora ?
Apr 21st
Já ouviu falar de optimização para motores de pesquisa (SEO), usabilidade e acessibilidade mas na prática não sabe se a agência/parceiro que vai fazer o seu site vai ou não cumprir as boas práticas de desenvolvimento web.
Neste artigo revelo algumas orientações para que o seu próximo site cumpra os objectivos para que foi projectado.
Fazendo uma analogia, digamos que você quer construir uma casa e precisa de contratar uma construtora. O problema é que a maioria das construtoras poupa na qualidade dos materiais / boas práticas para poupar tempo, dinheiro e maximizar assim a margem de lucro. No final, a obra é entregue bonita por fora e defeituosa por dentro.
O que é que isto me afecta ?
Hoje em dia a maioria dos sites são avaliados apenas pelo seu aspecto visual. Habitualmente são negligenciados objectivos a cumprir, arquitectura de informação, usabilidade, acessibilidade, etc. Isto tem várias implicações no resultado final:
- Elevada taxa de abandono (visitantes saem do site assim que entram)
- Fraca visibilidade nos motores de pesquisa (menos visitantes)
- Fraca performance em gerar contactos (leads)
- Campanhas online com fraca performance (desperdício de dinheiro)
Como me posso proteger de um mau desenvolvimento web ?
Você necessita de alguém que zele pelos seus interesses. Assuma que não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar o portfolio de uma agência. A componente gráfica é um factor extremamente subjectivo e não é sinómimo de qualidade de construção.
Como numa obra em que os empreiteiros “atalham” caminho em nome de maior rendimento, a maioria das empresas de desenvolvimento não cumpre as boas práticas, a não ser que exista um agente fiscalizador.
Embora o resultado final possa parecer o mesmo com ou sem fiscalização (para olhos destreinados) a obra ficará diferente, especialmente o que não se vê (o HTML, estrutura e usabilidade no nosso caso).
Você necessita de um consultor, alguém que irá coordenar a construção do seu novo site e que deve cumprir a meu ver dois requisitos básicos:
- Não estar ligado a qualquer empresa de desenvolvimento web.
A fiscalização só será eficaz se não existir ligação entre a consultoria e o desenvolvimento, senão desenvolve-se um conflito de interesses do qual você irá sair prejudicado em nome de uma maior rentabilidade para a empresa de desenvolvimento.
- Apresentar porfolio e case studies na área de consultoria web.
Que problemas similares ao seu já foram resolvidos e qual o resultado final ?É importante que o consultor tenha vários anos de experiência e know-how técnico, pois ele será o interlocutor entre si e a empresa de desenvolvimento.O consultor web deverá possuir experiência em desenvolvimento web, caso contrário a sua capacidade de fiscalização será sériamente limitada.
O trabalho do seu consultor web
O trabalho do seu consultor web é estabelecer a ponte entre si e a empresa de desenvolvimento garantindo que as boas práticas são cumpridas e agilizando o processo (inventariação dos conteúdos necessários, requisitos legais, características técnicas, etc).
O workflow de desenvolvimento de um site
Objectivos
Para projectar um site necessitamos definir objectivos (gerar leads, divulgar produtos/serviços, venda de produtos online, etc). É importante pensar na sua estrutura de acordo com os objectivos e numa estratégia de web analytics que nos permita medir a performance do site no cumprimentos desses mesmos objectivos.
O trabalho do consultor web é perceber o seu negócio e ajudá-lo na definição desses objectivos.
Entregáveis (documentos essenciais para o desenvolvimento)
Depois dos objectivos estarem definidos é necessário reflecti-los em documentos de apoio ao desenvolvimento. Estão são essenciais para um processo “stress-free”:
- Arquitectura de Informação
A arquitectura de informação é como que a árvore do site. Especifica todas as páginas que irão existir e a sua hierarquia.
É extremamente importante para o processo de navegação ser claro e intuitivo, além de ajudar na inventariação de todos os conteúdos necessários à sua construção.
- Especificação funcional
A especificação funcional descreve em pormenor funcionalidades específicas do site e é feita através de wireframes, um modelo funcional do site sem design.
Pode ser mais ou menos aprofundado dependendo da complexidade do site. A especificação funcional clarifica o funcionamento do site, tornando o processo de desenvolvimento muito mais fácil.
- Estratégia de Web Analytics
Web Analytics é uma disciplina que analisa o comportamento dos utilizadores nos websites, por exemplo, se visitam 2 ou 20 páginas em cada visita, qual a duração média de cada visita, etc.
Seria o equivalente a, por exemplo, num supermercado saber o tempo de permanência médio dos clientes no corredor das bolachas, os produtos mais vendidos no corredor das bolachas, o tempo de permanência no supermercado, os corredores visitados antes da caixa, etc.
A estratégia de web analytics estabelece quais os indicadores de performance a monitorizar de acordo com os objectivos delineados no início do projecto. Quase todas as acções são passíveis de ser medidas num website.
A escolha de um gestor de conteúdos
Geralmente as empresas de desenvolvimento usam um gestor de conteúdos, sejam proprietários, comerciais ou open-source. Se o seu site requerer alguma funcionalidade específica, ela é incorporada através de módulos pré-existentes e/ou desenvolvidos à medida. O seu consultor web saberá qual o gestor mais apropriado para o seu caso.
- Gestores de conteúdos proprietários
Existem algumas empresas que desenvolveram o seu próprio gestor de conteúdos. Quanto a mim este tipo de solução apresenta uma grande desvantagem para si pois fica completamente dependente de um produto ao qual mais ninguém presta suporte. Não tirando o mérito a estas plataformas altamente eficientes, são exemplos as plataformas da Elemento Digital, Seara e da Mr. NET.
- Gestores de conteúdos comerciais
Existem gestores de conteúdos comerciais como o Vignette, InterWoven, Stellent ou Microsoft Office Sharepoint Server. Estes estão geralmente reservamos a organizações com capacidade financeira para suportar os elevados custos de licenciamento. Existem inúmeros parceiros prontos a prestar suporte comercial.
Este tipo de solução é preferida porque “ninguém foi despedido por comprar IBM” . Quanto a mim existem outras soluções com as mesmas capacidades e mais económicas.
- Gestores de Conteúdos Open Source
Os gestores de conteúdos open source são gratuitos e alguns deles superam mesmo as capacidades de gestores comerciais ou proprietários. É o caso do Plone, WordPress ou Drupal. Alguns gestores de conteúdos são baseados em plataformas MVC (open source) que permitem um desenvolvimento aplicacional ultra-rápido e eficiente.
Ao utilizar um gestor licenciado no modelo open source tem logo à partida inúmeras empresas especialistas nessa plataforma prontas a prestar-lhe todo o apoio necessário. Empresas que trabalham com soluções Open Source: Rupeal, Quodis, Corefactor, Log.
Conclusões
Na escolha de um parceiro de desenvolvimento assuma que não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar o portfolio. A componente gráfica é um factor extremamente subjectivo e não é sinómimo de qualidade de construção.
Hoje em dia, a visibilidade nos motores de pesquisa, usabilidade e acessibilidade são mais importantes para a sua performance do que o aspecto gráfico.
O desenvolvimento acompanhado por um consultor web isento garante-lhe à partida mais hipóteses de ter um site que cumpra as boas práticas, o que irá traduzir-se em melhores resultados.
“Para que serve um site bonito se não aparece nos motores de pesquisa ?”
Sobre o Autor
João Correia
Google Analytics Qualified Individual (GAQI), Web Information
Architect, Strategist, SEO, UX, POSH, Performance, Marketing Digital.
Analytics & SEO at Stepvalue.com
SEO (Search Engine Optimization)
Mar 16th
O SEO (Search Engine Optimization), ou se quiserem optimização de motores de pesquisa serve para colocar o vosso site em posições relevantes aquando da pesquisa exemplo: Google, Yahoo, Sapo ou outro.
O SEO (Search Engine Optimization) é usado para múltiplas funções, desde comunicação da marca, posicionamento na Web, mas penso que se deve considerar em termos empresariais como objectivos concretos do SEO (Search Engine Optimization):
- Dar a conhecer o seu Web site
- Trazer tráfego relevante para o seu Web site
- Ter novas oportunidades de negócio para a sua empresa
Factores a ter em conta:
- Conteúdo relevante
- Idade do Domínio ( Web Site)
- Alojamento do Domínio e Estrutura do URL‘s
- Bounce Rate (Taxa de Abandono)
- Palavras-Chave relevantes para o seu negócio
- Efectuar troca de links com fontes credíveis
- Rapidez de carregamento das páginas
- Publicar conteúdo e links nas Redes Sociais
Pensar e utilizar uma estratégia
- Efectuar pesquisas de palavras chaves para o seu negócio
- Se for um novo negócio, deve escolher o nome do Web Site de acordo com as pesquisas
- Escrever conteúdo reforçando as palavras-chave
- Usar Ferramentas:
- Os URL’s devem ter as palavras-chave no seu caminho como por exemplo: http://ittechbuz.blogspot.com/2009/12/it-tech-buz-medir-o-retorno-do-web.html
- A densidade de palavras chave não deve exceder mais de 6 % em palavras-chave por página
Fórmula
- (palavras-chave * 100) / nº de palavras = x %
Exemplo:
- para a palavra SEO (9*100) / 567 = 1,58 %
O Search Engine Optimization (SEO), ou em Português optimização de motores de pesquisa é muitas vezes feito ao nível do código da página html, ou outra do Web Site. Vou agora explicar algumas definições importantes:
- Primeiro o que são Meta Tags, são meta dados(dados dos dados), neste caso são interpretados pelo navegador, vulgo browser mas não são visíveis na sua apresentação.
- Estes Meta Tags são usados pelos motores de pesquisa que indexam as páginas e fazem a sua categorização.
- O “head” é o cabeçalho do documento e o Title é o título que deve conter uma palavra-chave relevante para o seu Web Site - Negócio e não deve exceder os 70 caracteres.
- Os subtítulos vão do mais importante h1 a h3
- Na imagem 2 podemos ver como se faz
Recursos usados:
WorkShop – Starting SEO – Search Engine Optimization
Autor
Redes sociais & Networking para empresas
Feb 20th
Aqui no Marketing Portugal, já tivemos um especialista a falar em Networking – Filipe Carrera.
Já restam poucas dúvidas da importância do Networking numa carreira profissional e todos sabemos que quanto maior for a nossa rede de contactos, maior é a probabilidade de sucesso e de progredir na carreira (noutro artigo abordarei a importância das redes sociais para as pessoas, individualmente).
Inevitavelmente, falar de Networking, nos dias de hoje, é falar de Redes Sociais. Estas redes vieram potencializar a utilização de contactos, sejam profissionais ou não, em prol de um objectivo. Sempre que estabelecemos um contacto (seja online, ou não..) estamos a trabalhar a nossa rede.
Neste artigo e mantendo a continuação dos artigos de Marketing Digital, vou me concentrar nas redes sociais e partilhar de que forma se pode tirar partido de algumas dessas redes (twitter, linkedin, facebook e youtube), aumentando a relação, em rede, com o público-alvo (cliente, colaboradores, investidores, etc..)
Vamos então abordar de que forma as redes sociais podem-se tornar numa verdadeira “vantagem competitiva”, na óptica das empresas.
É indispensável relembrar que as redes sociais devem ser utilizadas como um meio (canal de comunicação) que pretende atingir um fim (objectivo). Tal como outro qualquer canal de comunicação, temos que definir o nosso público-alvo, definir a mensagem que queremos passar e devemos estabelecer objectivos (quantificáveis) para medir o sucesso do investimento.
Cada rede social funciona como um canal de comunicação. Cada um tem as suas características próprias e diferem umas das outras (tal como a TV difere da rádio..). Temos que pensar, estrategicamente, se faz sentido entrar em todas as redes ou se devemos ser selectivos. É importante saber onde estamos e para onde queremos ir e de que forma as redes sociais nos podem ajudar nesse percurso.

Um estudo da consultora Brand Republic, mostra claramente que não serve ter uma grande quantidade de “seguidores” no twitter, o importante é saber trabalha-los.

A “gigante” Google, apresenta mais do dobro de “followers” da Starbucks, mas a Starbucks conseguiu gerar 3 vezes mais comentários que a Google, principalmente porque a Starbucks é das marcas que melhor trabalha as redes sociais. Dá resposta aos seus “seguidores” e procura estar presente em todas as redes. Não entrou nas redes por entrar, está presente de forma activa e proactiva, ao contrário do que se passa com muitas marcas que apresentam uma postura “reactiva”, esperando que o cliente se manifeste e transmita informação útil.
Nesta rede, as empresas devem estar presentes, mas têm que ter a noção que é uma rede muito dinâmica, que gera um grande “buzz” na internet através da funcionalidade (re)tweet.
É uma rede muito importante para obter feedback dos nossos clientes e como tal, é um ponto importante saber quem nos segue. Temos que saber quem está na nossa rede e devemos manter essa rede controlada.
O Twitter é uma rede importante para:
Gerar BUZZ
Comunicar novos serviços
Comunicar novas campanhas
Recolher informação sobre o público-alvo

O Facebook é uma rede com características únicas. As empresas devem utilizar esta rede, focalizando-se num público mais jovem, mais dinâmico e mais proactivo. O público do Facebook adere, partilha e aceita desafios, mas é preciso cativar a sua atenção.
Já muitas marcas estão presentes no Facebook, mas se analisarmos algumas, verificamos que pouco fazem com a sua rede. Não lançam promoções especializadas, não cativam os utilizadores e limitam-se a “despejar” conteúdo. É preciso haver interacção entre os utilizadores e as marcas.
O Facebook tem uma aplicação que permite às empresas criarem anúncios. Estes anúncios têm uma particularidade que permite segmentar de uma forma incrível, ao pormenor, o que torna a nossa campanha mais eficaz.

Como podemos ver no exemplo anterior, com 40,12€, um anúncio obteve mais de 750.000 impressões e recebeu quase 400 cliques.
O que nos leva a tentar perceber, quanto vale um novo utilizador?
Não é dos serviços mais baratos, mas é bastante eficaz!
Utilizando a rede Facebook, as empresas podem:
Envolver jovens com a marca/empresa/serviço
Comunicar novos serviços
Comunicar novas campanhas
Criar anúncios segmentados
Recolher informação sobre o seu “alvo”
No Facebook temos a função de criar grupos, o que nos permite comunicar, apenas com um clique, com um conjunto de pessoas.
É importante relembrar que estes grupos têm que ser dinamizados, porque os utilizadores do Facebook, muitas vezes, têm um papel reactivo no que toca aos grupos, ou seja, ficam à espera que a informação lhes chegue e não têm a iniciativa de acompanhar tudo o que é dito/partilhado no grupo.

O Youtube é das principais “ferramentas” de Marketing Viral, existem imensos casos de sucesso, de campanhas promovidas, especificamente para o Youtube.
Um vídeo, eficazmente, criado para o Youtube, pode atingir mais utilizadores do que a televisão, para além da sua particularidade global – pode ser acedido de qualquer parte do mundo.
O Youtube também nos permite obter muita informação, credível, sobre os utilizadores.
Devemos utilizar o Youtube para;
Comunicar novas campanhas
Criar acções de marketing viral
Permitir que os utilizadores partilhem vídeos
Para aparecer nas pesquisas dos motores de busca

O Linkedin é a principal rede social para se estabelecer contactos profissionais.
O público do Linkedin é um público que aproveita esta rede para partilhar e adquirir conhecimento. É uma rede que nos permite ganhar visibilidade junto dos nossos pares e sermos reconhecidos no mercado em que estamos inseridos.
Como nas restantes redes, é importante conhecermos a nossa rede de contactos e termos um objectivo definido.
Esta rede apresenta profissionais de todos os sectores, de diversas idades, mas podemos caracterizar os seus utilizadores, como um segmento com poder de compra e forte capacidade de influência. Embora exista um pouco de tudo, o que se diz no Linkedin, para muita gente, é credível.
A marca nesta rede deve entrar como uma mais-valia na partilha de informação. É escusado criar grupos publicitários. A forma mais eficaz de trabalhar esta rede é criando grupos de conhecimento e partilha de informação sobre o sector em que estamos inseridos.
Devemos utilizar o Linkedin para;
Estabelecer contactos profissionais
Dinamizar utilizadores com poder de compra
Promover acções para produtos mais selectivos e específicos
Partilhar conhecimento e Know How com os clientes e potenciais clientes

É de facto comum, cada vez mais, vermos empresas com a sua própria rede social.
Estas empresas, por vezes, não tiram partido desta rede e de tudo o que podem fazer com ela. Digamos que o principal ponto, é a obtenção de dados e o envolvimento do seu “target”.
É importante trabalhar muito bem uma rede própria, porque se for mal gerida acaba por ser uma “mancha” na companhia.
Através de uma rede social própria, podemos conquistar novas ideias, de forma eficaz e com baixo investimento. É uma forma pertinente de por os clientes e potenciais clientes a debater sobre uma ideia ou mesmo um produto.
Muitas marcas já lançam produtos, apenas para os “testers” da sua rede, pois daqui surgem pequenas criticas que podem ditar o sucesso, ou insucesso, do produto. Geralmente são clientes já envolvidos com a marca, que gostam de participar no seu desenvolvimento e vão sentir orgulho em estar no processo, gerando BUZZ entre os seus pares.
No caso de a empresa/marca, ter a sua própria rede social, é importante que haja uma sincronização entre as redes públicas (facebook, twitter, linkedin, etc.) e a rede social privada, da empresa.
Os principais objectivos de uma rede social própria podem ser;
Envolver colaboradores
Envolver clientes
Promover as sugestões de ideias
Agrupar e organizar “testers”
Influenciar KOL´s
Dar resposta a todos os comentários (mesmo que negativos)
Contacto One to One

Transversalmente a todas as redes, deixo alguns objectivos a considerar;
Criar um grupo de testers
Criar “opinion leaders”
Trazer mais-valias para os utilizadores das redes
Criar simuladores (para as pessoas e para empresas) – por exemplo, no caso da banca, disponibilizar simuladores de crédito
Recolher opiniões (feedback e novas ideias)
Identificar e detectar necessidades
Segmentar utilizadores
Obter o máximo de informação sobre os utilizadores. (por exemplo, se detectar que uma maioria gosta de Golfe, se calhar faz sentido promover um serviço com uma oferta relacionada com esta temática)
Postura nas redes;
Dar resposta a todas as questões
A entidade deve ser “proactiva” e não “reactiva”.
A geração “proconsumer” não admite ser ignorada e quer sempre receber “feedback”. Devemos felicitar as iniciativas, mesmo que não sejam as melhores para os objectivos da marca.
Cuidado com o seu comportamento e dos seus colaboradores. Os clientes estão em todo o lado
Todas as redes sociais (apenas referi algumas) podem ter um papel decisivo no desempenho da empresa, mas é importante que os objectivos estejam bem definidos para cada rede. Cada rede social tem a sua particularidade e devemos ter noção de que a estratégia deve ser focalizada no “target” existente em cada rede.
O Networking promove a capacidade que temos para dar resposta aos nossos utilizadores, ou seja, temos que estar presentes e fazer sentir aos utilizadores a importância da sua participação na marca/empresa/produto/serviço.
Como recomendação final, aconselho a todas as empresas estarem nas redes sociais e motivarem os seus colaboradores a estarem activos nas redes, o importante é saber traçar uma cultura empresarial para esta finalidade. Um colaborador a dizer “asneiradas” nas redes sociais, poderá ser um perigo para qualquer companhia. É importante formar as equipas para saberem estar nas diferentes redes sociais, lembrando-os que em todas as redes há clientes e potenciais clientes para trabalhar, diariamente.
De uma forma genérica, se as marcas souberem tirar partido das redes sociais irão concluir que;
O ROI é bastante favorável
É possível satisfazer e superar as expectativas dos clientes
Aumentam e melhoram o relacionamento com clientes (fidelização)
Conseguem angariar novos clientes com campanhas personalizadas (oferecendo o que o cliente procura), o que de outra forma seria impossível
É possível e gratificante envolver os clientes com a marca e com os produtos/serviços
Conseguem motivar, envolver e avaliar os colaboradores
Algumas curiosidades sobre as redes mencionadas (estes valores não são exactos):

Este artigo vem no seguimento de:
Da web 2.0 para a 3.0 e a geração proconsumer
Introdução ao Marketing Digital
Sobre o Autor
Pós Graduado em Direcção de Marketing e Vendas pelo ISCTE
WEBMarketing – Parte II
Feb 2nd
Blogues, Fóruns
Estes permitem que nós, ao colocarmos conteúdo este deve ser dar conhecimento e ouvir as opiniões de pessoas que nos visitam. Estes blogues devem ter artigos com menos de 500 palavras (podem existir excepções á regra) deve ser combinado com texto e imagem para ser agradável a vista das pessoas. Lembre-se que hoje em dia existe muito a chamada leitura em Z e temos de tentar captar a atenção de quem nos visita. É uma óptima forma de apresentar-nos e mostrar o que fazemos e que produtos e serviços podem ser de valor para o cliente e que nos diferencia da restante concorrência.
Redes Sociais
Com desenvolvimento da tecnologia na Internet, permitiu que o utilizador da Internet fica-se no centro da Web, desta forma podem produzir conteúdos e estabelecer uma comunicação em tempo real. Para que as empresas utilizem este meio é preciso verificar a sua necessidade, pois estes meios são mais adequados B2C do que a B2B, mas cada caso é um caso. Ter sempre em mente que tem de haver comunicação e permitir que as pessoas entrem nesta “conversa” Deve ter em conta que deve utilizar com algum tacto e estratégia. Como as redes sociais estão abertas e pretendem que assim fiquem, desta forma colocam-se também, outras questões tais como definir uma politica, para o uso de redes sociais por parte dos colaboradores, as grandes empresas mundiais, mas as PMEs também deverão ter em conta.
No fundo é mais uma forma de comunicação, só que desta vez podemos ouvir a VOZ do Cliente, ou, potencial cliente, resta pois salientar que outros meios de comunicação não o permitem.
Web Analytics
Depois de todas as campanhas e testes efectuados com usabilidade temos de efectuar de medir os resultados de forma a conseguir atingir os objectivos a que nos propomos.
Temos de responder a determinadas questões:
• Como chegam os nossos visitantes?
• Porquê?
• O que paginas tem mais e menos interesse.
• Quais os objectivos
• Que retorno tem para o seu negócio.
Esta análise vai-nos permitir saber o custo de aquisição de novos clientes e também a taxa de conversão das nossas campanhas. Se for uma campanha através do vosso blogue e a pessoa tiver lido através do leitor de Rss é necessário adicionar estes resultados aos nossos relatórios para poder analisar as fontes e os retornos respectivos.
Web Marketing ROI
Para as empresas é importante que esta medição, se faça embora, não seja fácil se a empresa não tem uma filosofia de eBusiness para medir também as conversões offline.
Vejamos algumas perguntas que a pessoa mais importante da empresa (PMIE):
• Qual a campanha que deu maior retorno?
• Qual o custo de aquisição de novos clientes?
• Qual o valor/numero de Cross-Selling e Up-Selling?
• Qual a eficácia no segmento seleccionado para campanha?
Na próxima vez irei abordar cada um destes tópicos conforme for oportuno.
Autor
As leis fundamentais do SEO
Jan 27th
Nesta minha primeira contribuição decidi abordar as bases teóricas que fundamentam a teoria do SEO.
A WWW é composta por diversos ecosistemas de pesquisa (Google, Yahoo, Sistemas de busca interna de qualquer website). No conceito fundamental de ecosistema está o processo de produção, indexação e apresentação de determinados conteúdos em detrimento de outros. Um ecosistema de pesquisa opera em três perspectivas:
- Produtores de conteúdos – Todos nós que escrevemos na web
- Indexadores – Percorrem as páginas, lêem o texto, atribuem-lhe um valor de ranking
- Pesquisadores – Interpretam os valores do ranking mediante factores de relevância intrínsecos
Cada perspectiva tem o seu próprio objectivo e as suas prioridades, cujos critérios de participação são determinados arbitrariamente.
1ª Lei do SEO
“Para cada ecosistema de pesquisa existem precisamente 3 conjuntos de critérios arbitrários que determinam o resultado final do processo ”
A independência de cada perspectiva implica a sua optimização própria. Seguem exemplos de como cada uma poderá praticar esta optimização:
- Produtores de conteúdos: constante actualização de conteúdos
- Indexadores: manipulando estruturas de ranking
- Pesquisadores : alterando o algoritmo de análise à relevância
2ª Lei do SEO
“O resultado de qualquer função de pesquisa é determinado pela inseparável união das três perspectivas ”
Devido a isto não se pode ignorar nenhuma das perspectivas, podendo cada ecosistema atribuir-lhes diferentes importâncias mas não a exclusão.
3ª Lei do SEO
Os fundamentos da economia explicam que apenas podemos participar num ecosistema se existir um benefício tangível, um retorno do investimento (ROI).
O estado óptimo de um ecosistema acontece quando todas as 3 perspectivas alcançam os seus objectivos em pleno.
“Os ecosistemas de pesquisa devem tender para um estado óptimo ”
Neste processo apenas é possível de alcançar dois estados:
- Acordo
- Conflito
O acordo entre duas ou três perspectivas acontece quando todas as intervenientes alcançam em pleno todos os seus objectivos, bastando que uma não o consiga para se gerar um estado de conflito.
4ª Lei do SEO
“Um ecosistema de pesquisa transita entre diferentes estados para a eliminação de conflitos com base na negociação ”
Cabe a cada perspectiva resolver os seus conflitos, devendo para tal utilizar técnicas de negociação e não de imposição.
Ecosistemas de pesquisa e ecosistemas de pesquisa em tempo real
Hoje em dia a noção de pesquisa já não se limita a sistemas de indexação demorados e de sistemas de ranking. Ao olharmos a fundo para aplicações como o Twitter, podemos afirmar que o paradigma de pesquisa está em mudança.
A própria Google e outros ecosistemas estão agora a adaptar-se a estes concorrentes, aplicando filtros de 24 horas. O problema é o volume de páginas que conseguem ser interpretadas, com ranking atribuído e ainda que não estejam no índice suplementar por alguma injustiça algorítmica.
Sobre o autor

Technical: SEO, E-mail Marketing, CRM, Web Metrics, Web 2.0, Web Programming, Marketing Automation Processes
Team Work: Balanced Leadership, Motivated, Rational, Realistic, Ethic.
Personal: Love Marketing, Proactive, Optimist , Value Oriented
Entrevista: Rui Borges CEO/Fundador do FARMACIA.COM.PT
Jan 19th
Formado em Ciências Farmacêuticas, com especialização em Marketing Farmacêutico pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (IDEFE / ISEG) e em Gestão de Medicamentos para a Saúde Pública pela Escola Superior de Saúde Egas Moniz (ESSEM).
Fundador e director da rede de networking MyPharma.biz, e do site de empregos na área da Saúde Xoutor.com.
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MKTPortugal – Rui, quais foram os principais cuidados que tiveram na construção do Portal Farmacia.com.pt?
Rui Borges – Procurámos construir um site com uma imagem limpa que transmitisse credibilidade e confiança a quem o visita.
MKTPortugal – Como se pode caracterizar o profissional de saúde (enfermeiro, farmacêutico, médico) relativamente à aceitação das novas tecnologias?
Rui Borges – Apesar da relutância, muitos profissionais de saúde têm vontade de participar. Penso que na maioria dos casos precisam apenas de um estímulo para começar a participar. Infelizmente, ainda persiste algum medo das consequências da exposição que uma ferramenta deste tipo oferece. Acho que será fundamental uma desmistificação por parte das ordens profissionais que regulamentam estas profissões, no sentido de começarem a esclarecer o que é eticamente e deontológicamente aceitável. Não é enfiando a cabeça na areia e fingir que estas novas possibilidades existem que vamos avançar como sociedade.
MKTPortugal – A saúde é uma das áreas mais “perigosas” na Internet, ou seja, uma informação mal interpretada ou mal dada pode induzir um utente em erro, tomando a decisão errada. Que cuidados vocês têm nesse sentido?
Rui Borges – Da mesma forma como somos críticos e responsáveis por tudo aquilo que fazemos na vida real, o mesmo deve acontecer quando estamos na rede. Isto é, devemos adoptar um espírito crítico com tudo aquilo com que somos confrontados e nos é apresentado. No ínicio da utilização da internet, algumas pessoas eram criticadas pelo facto de a utilizarem para conhecer parceiros. Hoje em dia é normal conhecer alguém que encontrou a sua cara-metade num qualquer chat da internet. Da mesma maneira, que nos podemos deparar com falta de profissionalismo e/ou discordar da informação que nos é facultada num consultório médico, o mesmo poderá acontecer numa consulta “virtual” efectuada através da internet. É por isso que encorajamos os nossos visitantes a questionar, a confrontar e a pedir uma segunda opinião, sempre que não se sintam satisfeitos ou desconfiem da informação prestada.
MKTPortugal – O doente/utente mais informado é um doente melhor tratado?
Rui Borges – Infelizmente não! Muitas vezes os profissionais de saúde esforçam-se por conseguir transmitir toda a informação aos pacientes, só que se esquecem de ter em atenção os anseios e expectativas destes. O que na prática significa que o paciente pode regressar a casa carregado de informação, mas vir ainda com mais dúvidas, o que leva muitas vezes a que acabem por não cumprir com o tratamento prescrito. Existem outros exemplos importantes de informação prejudicial à saúde, tal como as bulas dos medicamentos, cujo conteúdo é pouco acessível à maioria das pessoas devido ao elevado grau de complexidade da linguagem utilizada, e a péssima caligrafia utilizada nas receitas médicas, que provocam por ano milhares de situações com desfechos fatais. A internet, e as novas tecnologias de informação, podem acabar de vez com este tipo de situações.
MktPortugal – Estarão os profissionais de saúde preparados para receber uma geração de utentes/doentes informados?
Rui Borges – Claro que sim! Seria o mesmo que perguntar ao Henry Ford, o primeiro empresário a aplicar a montagem em série de forma a produzir automóveis em massa, se achava que as pessoas estariam preparadas para conduzir em auto-estrada.
MKTPortugal – Como tem sido a aceitação do Farmacia.com.pt junto da população?
Rui Borges – Registam-se cerca de 10 membros novos por dia, e esperamos que esse número suba exponencialmente nos próximos meses. Contamos chegar aos 10.000 utilizadores até ao final de 2010.
MKTPortugal – O portal Farmacia.com.pt tem alguma estratégia de comunicação fora dos canais online?
Rui Borges – Por enquanto, e uma vez que não temos recursos suficientes, não fazemos qualquer tipo de comunicação, nem online nem offline.
MKTPortual – Qual foi a estratégia de comunicação utilizada para a divulgação do portal?
Rui Borges – A única estratégia de comunicação utilizada assenta na produção de conteúdos relevantes e do interesse da comunidade que o visita.
MKTPortugal – Relativamente ao Marketing & Comunicação do portal, quais são as próximas estratégias e metas a atingir?
Rui Borges – Encontrar parceiros que ajudem a alavancar e a projectar a marca FARMACIA.COM.PT.
WebMarketing
Jan 5th
Web Marketing
Num mundo cada vez mais online em que os consumidores e utilizadores da Internet, passam cada vez mais tempo e efectuam as suas decisões de compra, após consulta informada na Internet. Derivada a esta crescente importância, o Web Marketing tem e irá assumir cada vez mais importância para as empresas e indivíduos.
A meu ver o Web Marketing divide-se em diferentes áreas:
• Optimização de motores de pesquisa (SEO – Search Engine Optimization )
• Anúncios na Internet (PPC – Pay Per Click)
• Email Marketing
• Blogues, Sites, fóruns, micro-sites
• Redes Sociais
• Twitter (comunicação em tempo real)
• Web Analytics
Vamos só falar em SEO e PPC e deixar as outras áreas para outra altura.
SEO
Não existe fórmulas secretas para o êxito, cada negócio deve ser encarado e analisado em concreto. No essencial deve haver uma estratégia empresarial e recursos para poder adequar uma estratégia que faça a diferença. Vejamos o SEO tem de ser medido no médio prazo, porquê? Porque existem alguns factores a considerar:
• O Site é novo?
• Está a ser adequado, as palavras-chave (Keywords) que interessam ao negócio?
• Está optimizado?
Existem também outros factores a considerar, tal como a usabilidade do Site.
De lembrar que para o motor de pesquisa todas as páginas do nosso Web Site são paginas de destino (Landing Pages).
PPC
Os anúncios na Internet são uma forma de publicitarmos o nosso bem, serviço e colocarmos uma adequada Landing page para podermos efectuar uma boa conversão. Derivado por vezes a falta de recursos humanos de uma empresa por vezes é necessário efectuar investimento unicamente em anúncios na Internet estes podem ser por:
• Contextualização, ou seja, a pessoa quando efectua a pesquisa de uma palavra ou + que uma exemplo: Web Marketing
• Por colocação em site, normalmente neste coloca-se em sites de referência e portais que tenham que ver com o nosso negócio
É Claro para uma análise efectiva deve-se usar uma ferramenta de análise e esta vai permitir uma melhor gestão das campanhas efectuadas e dirigir os seus esforços para aquela página que não está optimizada e aquela keyword que necessita de uma pagina de destino adequada.
Nós próximos artigos iremos continuar a falar dos restantes e não menos importantes do Web Marketing.
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