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Como ser ignorado numa Rede Social
Aug 23rd
Cada vez mais serviços web incorporam funcionalidades sociais. As nossas actividades (likes, uploads, comentários, fotos) propagam-se por toda a web. Neste artigo reflicto sobre a forma como o replicar muli-plafaforma sem olhar ao contexto pode danificar a nossa capacidade de comunicação e, em último caso, tornar-nos invisíveis.
SOCIAL MEDIA 1,2,3… vou ver isto outra vez!
Aug 16th
Imaginemos que, por trás deste texto se encontra uma estratégia bem delineada, objectivos escorreitos, percursos tácticos alinhados como deve ser e capacidade operacional de escrita de excelente nível.
Tudo isto pode ser deitado por terra por força de um qualquer impulso irreflectido, empurrado pelo vício e pela febre de «twittar» que, literalmente, é capaz de nos comer vivos.
Esta manhã, aberto o LinkedIn, podia ver-se – no meu sítio – uma notícia oriunda de um profissional que exerce cargo hierarquicamente poderoso, numa das 8 estruturas desiguais, que compõem um colectivo de 1450 pessoas. Explicitamente, podia seguir-se o rasto a um PDF de 6 páginas, onde se contava a história de uma fusão difícil, que tem vindo a ser negociada desde Setembro de 2008 e que, parece, finalmente concluída. O comentário que «linkei» minutos após a fonte ter drenado o texto na «rede» chamava a atenção para a elevada complexidade do conteúdo! Obviamente, o PDF desapareceu, em seu lugar foram colocados «links» para jornais «online», que haviam recortado o original segundo métodos e técnicas adequadas, aparentemente assépticas.
Este pequeno parágrafo, real q.b., toca em dois pontos sensíveis dos «social media»: primeiro, a questão comunicacional; depois, a importância do «face-to-face».
A minha declaração de interesses é rápida e informal: Sou a favor da inserção dos profissionais no circuito «social media»; tenho conta no «facebook» para não desiludir meia dúzia de amigas e conhecidos; sou primitivo evangelista do «twitter», ferramenta de utilidade incomparável em actividades de instrução & educação; mantenho diariamente, uma a duas horas vivas nos vários espaços «LinkedIn», que vou rodando à medida que a minha vida profissional se vai reorientando em volta do SOL.
Ferramenta: Análise de Links no Twitter
Jul 25th
A ferramenta que hoje vimos apresentar, funciona como um motor de busca, especifico para o twitter que nos permite saber que referências foram feitas para determinado link.
É bastante útil para, rapidamente, sabermos as referências que temos para um site do nosso interesse. É uma ferramenta que deve ser incluída no processo de análise de sites, porque, embora não seja a única métrica a avaliar, permite-nos ver a probabilidade que um site tem de causar um efeito viral.
Esta ferramenta também nos pode ajuda a estudar a nossa concorrência e perceber o seu impacto numa rede social como o Twitter.
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Esta ferramenta, através da sua pesquisa avançada, também nos permite fazer uma pesquisa por data, o que pode ser muito útil para analisar o “buzz” durante um determinado período de tempo (serve por exemplo para monitorizar o efeito de uma campanha no Twitter)
Obviamente que não devemos tirar conclusões apenas por esta “busca”, devemos ter a capacidade para cruzar esta informação com muitas outras. Ter mais resultados que a concorrência, não é , obrigatoriamente, sinal de mais sucesso.
Boas pesquisas!
EarlyBird – Serviço de compra online do Twitter
Jul 8th
O Twitter acaba de lançar mais umas solução que procura de alguma forma envolver os utilizadores da rede.
O novo serviço EarlyBird tem por missão divulgar junto dos utilizadores da rede a existência de produtos exclusivos para que possam ser adquiridos através da própria rede.
De uma forma simplista, podemos definir o EarlyBird como um serviço de “E-Commerce” onde quem se torna seguidor poderá comprar diversos artigos online.
Segundo o “The Guardian”, os anunciantes seleccionados pela equipa do Twitter pagarão para poderem anunciar e vender os seus produtos.
Quem for mais rápido na aquisição do produto, conseguirá os melhores negócios.
O Twitter ainda tem por objectivo conseguir filtrar os produtos por categoria, para servir melhor o utilizador.
Este serviço, numa fase inicial estará apenas disponível para os internautas norte-americanos.
O serviço @earlybird já conta com mais de 19,000 followers
Era uma vez na galáxia das Redes Sociais
Jun 7th
Era uma vez uma galáxia onde as Redes Sociais proliferavam uma Rede porventura desconhecida pela grande maioria. O seu nome era Picotea. Picotea? Sim, escutaram bem, Picotea. Este nome nada mais acrescentaria a essa bela e florescente Galáxia se não fosse um “Twitter versão espanhola”.
Esse “Twitter” começou como uma ferramenta de comunicação entre trabalhadores de várias lojas. Mais tarde, optou-se por utilizar essa aplicação como “Ferramenta para Comunicação Interna em Organizações”.
Esta Rede começou a ganhar notoriedade em Espanha e em Países de Expressão Hispânica. Estarão a perguntar-se: Quais eram as diferenças entre este “Twitter” e o “Original”?
Procurar-se-á, no seguinte quadro, estabelecer esse paralelo:
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Picotea |
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-Grupos; -Eventos; -Círculos de Conversa; |
- Grupos; -Eventos; - Inexistência de Círculos de Conversa; |
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- Sincronização com o Twitter, FriendFeed e Facebook (o que poderá ser uma mais-valia ao nível do Posicionamento); |
- Inexistência de Sincronização com o Picotea; |
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- Próxima versão terá ainda mais possibilidades de Sincronização; |
- Não aplicável ao Twitter; |
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- Num futuro próximo será utilizado como Media Digital [permitir aos meios de comunicação divulgar as suas notícias e vídeos e permitir a interacção com os “picoteadores” (utilizadores do Picotea)]; |
- Não aplicável ao Twitter; |
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Mensagens com 160 Caracteres; |
Mensagens com 140 Caracteres; |
A nível da sua utilização, o Picotea, é bastante simples e intuitivo. Esta rede poderá ser encontrada em http://picotea.com/es/. O registo na mesma é gratuito e bastante célere.
Actualmente, a Rede conta com alguns utilizadores com grande notoriedade social. Temos como exemplo: O Palácio da Moncloa que actualiza diariamente os seus conteúdos relativos à actividade política do Governo Espanhol.
De realçar que esta estratégia de Comunicação por parte do Governo Espanhol tem sido bastante proveitosa.
Imagem 1- Página de Perfil do Governo Espanhol “Desde la Moncloa” no Picotea
Esta tipologia de Redes Sociais, de âmbito nacional, poderá ser um trunfo a utilizar pelas empresas que pretendam penetrar em dados mercados. Neste caso, uma estratégia de divulgação dos produtos da empresa X tendo em mente o mercado espanhol seria sem dúvida proveitosa.
Serão as Redes Sociais de âmbito nacional o futuro no que ao Web Social Marketing diz respeito?
Abordando uma particularidade desta rede, o tamanho neste contexto poderá revelar-se fulcral. No Twitter as mensagens podem conter até 140 caracteres, enquanto que no Picotea elas podem conter até 160 caracteres. 20 caracteres; poderão parecer irrelevantes aos olhos do comum dos mortais, mas aquando da divulgação dos conteúdos poderão ser de extrema importância.
Convido-vos a “picotear”! Deverão antes disso ver o vídeo do Criador do Picotea:
¡ Hasta pronto en Picotea!
Referências:
http://picotea.com/es/ [ data de acesso: 15 de Maio de 2010]
http://picotea.com/es/como-funciona [ data de acesso: 15 de Maio de 2010]
http://twitter.com/ [ data de acesso: 15 de Maio de 2010]
http://www.youtube.com/watch?v=If7tdN2-EJQ [ data de acesso: 15 de Maio de 2010]
Sobre o autor:
Licenciado em Tradução e Assessoria de Direcção pela Escola Superior de Educação de Castelo Branco. Curioso de Web Social Marketing e amante da comunicação na sua vertente escrita, oral e digital.
Redes Sociais – Um fenómeno das sociedades actuais
May 23rd
Se o Facebook fosse um país, os seus cerca de 400 milhões de “habitantes” fariam dele um dos países mais povoados do mundo. O Twitter (criado em 2006) com os seus 105 milhões de utilizadores equivaleria quase a um Japão virtual. Tudo isto em poucos anos e sem sabermos “onde vai parar”.
Subitamente as Redes Sociais adquiriram uma quase dimensão planetária, transformando comportamentos, hábitos e consumos. De repente podemos ter 200/300 (supostos) “amigos” e partilhar informação livremente (e ao segundo).
No entanto, é urgente ter consciência daquilo que partilhamos (e com quem partilhamos) e das mensagens e imagem que de nós passamos. Expor orgulhosamente fotografias dos nossos filhos “ao mundo”, dizer que somos “anti-isto” ou “anti-aquilo”, que estamos de férias (portanto podem-nos assaltar a casa à vontade) pode ter consequências a evitar. E, se tiver o seu patrão como “amigo”, lembre-se que ele poderá saber de tudo…
Há estudos que referem que se passa hoje mais tempo nas Redes Sociais do que a consultar, por exemplo, o correio electrónico.
Apesar das Redes Sociais – nomeadamente o Facebook – terem sido criadas a pensar na pessoa como individuo, as empresas cada vez mais têm que estar atentas a este fenómeno, e tirar partido das suas potencialidades para comunicar com os clientes. Como em todos os canais, físicos ou digitais, de nada adianta uma empresa “estar” numa rede social se não gerar e disponibilizar informação relevante, de qualidade, consistente com a imagem da empresa e que produza um efeito positivo junto do seu público-alvo.
É pois importante que as empresas tenham noção que algo de novo se está a passar e, embora com a cautela que deve caracterizar estes tempos conturbados, não percam mais este “comboio”.
TENDÊNCIAS
Uma das maiores dificuldades é saber até que ponto esta desenfreada adesão às Redes Sociais não sofrerá do Síndrome da Bolha que afectou muitas startups tecnológicas em finais da década de 90. Outra questão importante é determinar o ROI (Return of Investment).
No entanto, com o que existe hoje, é possível antever algumas tendências:
- Perfil único: os utilizadores tenderão a exigir um único perfil que será transversal a todas as Redes Sociais.
- Modelo de Negócio: as acções de Marketing serão valorizadas de acordo com a influência social dos utilizadores. Haverá assim uma disputa entre Redes Sociais para se conseguir ter os utilizadores com maior influência. Cada um de nós terá o seu próprio CPC (Cost per Click).
- Centralização de Gestão: ferramentas específicas irão aparecer permitindo optimizar a gestão das relações e da comunicação. As ferramentas de correio electrónico e web introduzirão funcionalidades para os utilizadores estarem informados da actividade social da sua rede de contactos.
- Semântica: os utilizadores irão ter experiências cada vez mais interactivas e ricas. No futuro, as aplicações passarão a interagir entre si, criando espaços mais transparentes e adaptados a cada um de nós.
Sobre o autor
Carlos Lopes
Director de Marketing
Formação em Gestão de Marketing, IPAM
Formação em Auditoria da Qualidade, Excelente Especialista em Google
AdWords, Webglocal Formação de Vendas, Infos Formação de Web Design, Infos
Inquérito GfK/Briefing: 65% dos portugueses utilizam redes sociais
Dec 30th
Apesar de neste mês o Facebook ter ultrapassado pela primeira vez o Hi5, no número de páginas visitadas em Portugal, o Hi5 continua a rede social mais popular a nível nacional. Segundo dados da GfK Metris, num estudo elaborado para o Briefing, o Hi5 é a rede social mais mencionada pelos portugueses (recordação espontânea), quando questionados sobre as redes sociais e comunidades na Internet que conhecem, mesmo que não utilizem.
88,5% dos inquiridos apontam o Hi5, seguido do MSN Messenger, 76,6%, e do Facebook, mencionado por 62,8%. O Youtube é referido espontaneamente por 48% dos entrevistados, enquanto o Twitter é apontado por 19,6% e o Myspace por 34,5%.
Quando sugerida a resposta, estes números aumentam para cima dos 75% em quase todas as redes sociais e comunidades na Internet contempladas no estudo, exceptuando o Twitter que é reconhecido por 57% dos inquiridos.
Já que toca às redes sociais e comunidades na Internet que os portugueses utilizam como mais frequência, o Messenger da MSN é o favorito dos inquiridos, 73% costumam visitar a plataforma com frequência. Seguem-se o Hi5 (64,2%), o Youtube (29,7%), o Myspace (16,9%). O Twitter é apontado por 4,7% dos inquiridos.
A frequente utilização destas plataformas regista os valores mais altos na faixa etária dos 15 aos 24 anos, em qualquer um dos casos, com excepção ao Facebook, que revela valores mais altos de utilização frequente nas idades dos 25 aos 34 anos.
O estudo da GfK lançou ainda a questão “em quais destes serviços tem um perfil ou conta criados?” Mais uma vez, o Hi5 fica no topo das redes sociais mais populares em Portugal, com 58,1 dos entrevistados a afirmarem ter um perfil criado na plataforma. 57,4% apontam o MSN Messenger, enquanto 35,8% revelam ter conta no Facebook. O Youtube consta nas respostas de 12,8% dos inquiridos, o Myspace em 12,2% e o Twitter em 6,1%.
Além destes dados o estudo pretendeu ainda identificar os aspectos mais atractivos da utilização de redes sociais na Internet. “Comunicar/conviver” foi a resposta mais apontada (62,2%), seguida da possibilidade de “conhecer novas pessoas” (31,1%) e do “acesso a informação/conhecimento” (16,9%). A “proximidade” é referida por apenas 10,8% dos inquiridos e o entretenimento por 6,1%.
AB
Fonte: GfK / Briefing





