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ESTUDO: 73.5% dos internautas nacionais acederam ao facebook
Jul 29th
De acordo com o novo estudo da Marktest sobre redes sociais, no primeiro semestre do ano, três milhões de portugueses acederam ao Facebook a partir dos seus lares.
O estudo sobre redes sociais que a Marktest está a apresentar com base noNetpanel mostra que, nos primeiros seis meses de 2010, o Facebook liderou em todos os principais indicadores quando analisados os sites sociais.
Foram 3025 mil os residentes no Continente com 4 e mais anos que acederam a partir dos seus lares ao site do Facebook, um número que representa 73.5% dos internautas nacionais e 87.7% daqueles que navegaram em suas casas neste período.
Mas nem sempre foi o Facebook o líder entre os sites sociais. A preferência dos portugueses por este site veio a tomar fôlego em Outubro de 2009, quando o site liderou em tempo dedicado, ultrapassando o Hi5, que liderava até aí. Mas esta primazia apenas se consolidou em Janeiro de 2010, quando passou também a liderar em número de utilizadores únicos e em páginas visitadas.
Entre Junho de 2009 e Junho de 2010, o Facebook quase quadruplicou o número de utilizadores únicos e aumentou mais de vinte vezes o número de páginas visitadas e o tempo de acesso.
Evolução histórica do Facebook
Jul 21st

A rede social Facebook já superou o meio bilhão de utilizadores activos.
Quando analisamos o crescimento do Facebook, rapidamente percebemos que o seu efeito de rede está a atingir uma dimensão histórica.
O facebook, precisou apenas de 5 meses para “angariar” os últimos 100 milhões de utilizadores , enquanto que para angariar os primeiros 100 milhões demorou cerca de 5 anos.

Segundo trailer do filme sobre o Facebook já está disponível
Jul 9th
Trailer 1
O segundo trailer do filme, The Social Network, que conta a história da criação de Facebook, já está disponível na web. Diferentemente do primeiro vídeo, esta versão mostra o co-fundador e CEO da rede social, Mark Zuckerberg, com um ar mais maligno, informa o site All Things Digital.
O trailer traz quase o mesmo diálogo do primeiro vídeo, mas as palavras ‘punk’ e ‘gênio’, que antes apareciam na tela, agora foram subtituídas pela simulação de um chat entre os fundadores do Facebook, incluindo Zuckerberg, Dustin Moskovitz e o brasileiro Eduardo Saverin.
Também estão inseridos na conversa os irmãos gêmeos Winklevoss, que acusam Zuckerberg de ter roubado a ideia da rede social. O vídeo traz um tom mais sombrio e termina com a frase “É melhor você arrumar um advogado, pois eu voltarei para pegar tudo”.
O site também informa que a Sony Pictures, produtora do filme, tentou negociar com o Facebook e obteve uma resposta negativa para promover o filme na rede social. Steve Elzer, VP de relações com a mídia da Sony, teria dito que “as diretrizes de publicidade do Facebook não permitem anúncios com referência à empresa, a menos que a mesma tenha colaborado com o objeto do anúncio”.
Redes Sociais – Um fenómeno das sociedades actuais
May 23rd
Se o Facebook fosse um país, os seus cerca de 400 milhões de “habitantes” fariam dele um dos países mais povoados do mundo. O Twitter (criado em 2006) com os seus 105 milhões de utilizadores equivaleria quase a um Japão virtual. Tudo isto em poucos anos e sem sabermos “onde vai parar”.
Subitamente as Redes Sociais adquiriram uma quase dimensão planetária, transformando comportamentos, hábitos e consumos. De repente podemos ter 200/300 (supostos) “amigos” e partilhar informação livremente (e ao segundo).
No entanto, é urgente ter consciência daquilo que partilhamos (e com quem partilhamos) e das mensagens e imagem que de nós passamos. Expor orgulhosamente fotografias dos nossos filhos “ao mundo”, dizer que somos “anti-isto” ou “anti-aquilo”, que estamos de férias (portanto podem-nos assaltar a casa à vontade) pode ter consequências a evitar. E, se tiver o seu patrão como “amigo”, lembre-se que ele poderá saber de tudo…
Há estudos que referem que se passa hoje mais tempo nas Redes Sociais do que a consultar, por exemplo, o correio electrónico.
Apesar das Redes Sociais – nomeadamente o Facebook – terem sido criadas a pensar na pessoa como individuo, as empresas cada vez mais têm que estar atentas a este fenómeno, e tirar partido das suas potencialidades para comunicar com os clientes. Como em todos os canais, físicos ou digitais, de nada adianta uma empresa “estar” numa rede social se não gerar e disponibilizar informação relevante, de qualidade, consistente com a imagem da empresa e que produza um efeito positivo junto do seu público-alvo.
É pois importante que as empresas tenham noção que algo de novo se está a passar e, embora com a cautela que deve caracterizar estes tempos conturbados, não percam mais este “comboio”.
TENDÊNCIAS
Uma das maiores dificuldades é saber até que ponto esta desenfreada adesão às Redes Sociais não sofrerá do Síndrome da Bolha que afectou muitas startups tecnológicas em finais da década de 90. Outra questão importante é determinar o ROI (Return of Investment).
No entanto, com o que existe hoje, é possível antever algumas tendências:
- Perfil único: os utilizadores tenderão a exigir um único perfil que será transversal a todas as Redes Sociais.
- Modelo de Negócio: as acções de Marketing serão valorizadas de acordo com a influência social dos utilizadores. Haverá assim uma disputa entre Redes Sociais para se conseguir ter os utilizadores com maior influência. Cada um de nós terá o seu próprio CPC (Cost per Click).
- Centralização de Gestão: ferramentas específicas irão aparecer permitindo optimizar a gestão das relações e da comunicação. As ferramentas de correio electrónico e web introduzirão funcionalidades para os utilizadores estarem informados da actividade social da sua rede de contactos.
- Semântica: os utilizadores irão ter experiências cada vez mais interactivas e ricas. No futuro, as aplicações passarão a interagir entre si, criando espaços mais transparentes e adaptados a cada um de nós.
Sobre o autor
Carlos Lopes
Director de Marketing
Formação em Gestão de Marketing, IPAM
Formação em Auditoria da Qualidade, Excelente Especialista em Google
AdWords, Webglocal Formação de Vendas, Infos Formação de Web Design, Infos
Um movimento no Facebook, faz com que o Fizz limão regresse
May 10th
A Marketeer publicou uma notícia sobre o regresso do gelado Fizz Limão, que passamos a citar;
Depois do Nuno Markl ter anunciado, na primeira Caderneta de Cromos do ano na Rádio Comercial, ser um dos maiores fãs do Fizz Limão, a Olá trouxe o gelado de volta. Foram duas mil pessoas que se juntaram ao grupo “Fizz Limão – Eu Quero” no Facebook que pedia este regresso. Na sexta-feira, data de apresentação do mítico gelado, Nuno Silva, director de marketing da Olá, referiu “fomos completamente apanhados de surpresa com todo este movimento. Estamos por isso muito sensibilizados. Quisemos dar uma resposta a todos estes ouvintes, que ao longo do tempo se juntaram à petição e partilharam a saudade do Fizz”.
O gelado estará à venda em todo o país a partir de hoje e terá uma campanha de publicidade que terá Nuno Markl como protagonista.
A importância desta notícia é muito mais do que um comunicado sobre o regresso do saboroso Fizz. É importante que se vá a fundo na questão e se tire conclusões sobre a importância de estarmos em sintonia com os diversos meios de comunicação e com a sua capacidade de influência.
O grupo do Facebook da Caderneta de Cromos, já conta com mais de 67.000 pessoas, é um excelente exemplo de como uma estratégia “blended” pode ser altamente eficaz para uma organização.
Nuno Silva, o director de Marketing da OLÁ assumiu que foi, agradavelmente surpreendido, mostrando-se altamente sensibilizado, correspondendo ao pedido dos consumidores.
Esta é uma história feliz em que uma entidade, mesmo sem saber, conseguiu que os seus consumidores criassem um movimento que se transformou num benefício para o negócio da organização
Este cenário foi altamente gratificante para a empresa, mas as questões que se levantam são inevitáveis
- E se a história fosse no sentido oposto?
- E se este movimento fosse contra algum produto?
- Como teria a OLÁ gerido a situação?
- Quanto tempo demoraria a dar resposta ao movimento?
Esta é a eterna questão e é um dos grandes desafios para as empresas nesta era de “revolução digital”.
É indispensável saber e ter capacidade para dar resposta a este tipo de consumidor, quer em movimentos que se traduzem em beneficio para a empresa, quer em movimentos, da mesma dimensão, que se podem tornar “demolidores” para uma empresa.
Nos movimentos a favor da empresa, devemos “premiar” os impulsionadores do movimento, envolvendo-os com a empresa, procurando que estes se tornem fieis “difusores” de toda a informação
Nos movimentos “contra” a empresa, devemos ter a capacidade para responder rapidamente e procurar os “opinion makers” do movimento para tentar mudar a sua opinião, nem que isso se traduza em custos para a empresa.
Há grupos no Facebook que se estão a tornar autênticos “postos de opinião” para muita gente e podem ser completamente avassaladores se as marcas/empresas não actuarem com rapidez e segurança junto dos principais influenciadores.
Através desta notícia, que felizmente nos transmite algo positivo para uma empresa, deixamos o alerta:
Nem sempre o final deste tipo de movimento é feliz para as empresas, por isso procurem estar presentes nas redes sociais, façam pesquisas sobre a vossas marcas, abram muito bem os olhos e os ouvidos, utilizem ferramentas que permitem gerir o “buzz” da vossa empresa e controlar o que se passa nos “novos meios” e não se deixem surpreender.
Cada vez mais os consumidores estão “à distância de um clique”, sem fronteiras, influenciando-se mutuamente, para o bem e para o mal.
Óbvio que é impossível controlar tudo, mas há “zonas obrigatórias” e mais vale estar em cima do acontecimento e criar cenários de contingência, do que ignorar os factos.
Para os resistentes das redes sociais, fica mais uma “dica”
- Deixem de tentar resistir às redes sociais e ao desenvolvimento da geração WEB, mais vale dar o “braço a torcer” enquanto é tempo. Se não estivermos presentes, não saberemos o que dizem de nós!
“Perfil” dos utilizadores portugueses no Facebook
May 7th
Number of users on Facebook in Portugal: 2 347 140
Number of male users on Facebook in Portugal: 1 146 160
Number of female users on Facebook in Portugal: 1 167 780
Penetration in Portugal: 21.92 %
Online penetration in Portugal: 52.44 %
Avarage CPC in Portugal: $ 0.2
Avarage CPM in Portugal: $ 0.09
User Growth – Facebook Portugal
User Age Distribution – Facebook Portugal
Male/Female User Ratio – Facebook Portugal
Male/Female User Growth – Facebook Portugal
Age Growth – Facebook Portugal
Neste último quadro, especial atenção para o crescimento da classe etária + 65 anos.
Fonte: Facebakers
WEBMarketing – Parte II
Feb 2nd
Blogues, Fóruns
Estes permitem que nós, ao colocarmos conteúdo este deve ser dar conhecimento e ouvir as opiniões de pessoas que nos visitam. Estes blogues devem ter artigos com menos de 500 palavras (podem existir excepções á regra) deve ser combinado com texto e imagem para ser agradável a vista das pessoas. Lembre-se que hoje em dia existe muito a chamada leitura em Z e temos de tentar captar a atenção de quem nos visita. É uma óptima forma de apresentar-nos e mostrar o que fazemos e que produtos e serviços podem ser de valor para o cliente e que nos diferencia da restante concorrência.
Redes Sociais
Com desenvolvimento da tecnologia na Internet, permitiu que o utilizador da Internet fica-se no centro da Web, desta forma podem produzir conteúdos e estabelecer uma comunicação em tempo real. Para que as empresas utilizem este meio é preciso verificar a sua necessidade, pois estes meios são mais adequados B2C do que a B2B, mas cada caso é um caso. Ter sempre em mente que tem de haver comunicação e permitir que as pessoas entrem nesta “conversa” Deve ter em conta que deve utilizar com algum tacto e estratégia. Como as redes sociais estão abertas e pretendem que assim fiquem, desta forma colocam-se também, outras questões tais como definir uma politica, para o uso de redes sociais por parte dos colaboradores, as grandes empresas mundiais, mas as PMEs também deverão ter em conta.
No fundo é mais uma forma de comunicação, só que desta vez podemos ouvir a VOZ do Cliente, ou, potencial cliente, resta pois salientar que outros meios de comunicação não o permitem.
Web Analytics
Depois de todas as campanhas e testes efectuados com usabilidade temos de efectuar de medir os resultados de forma a conseguir atingir os objectivos a que nos propomos.
Temos de responder a determinadas questões:
• Como chegam os nossos visitantes?
• Porquê?
• O que paginas tem mais e menos interesse.
• Quais os objectivos
• Que retorno tem para o seu negócio.
Esta análise vai-nos permitir saber o custo de aquisição de novos clientes e também a taxa de conversão das nossas campanhas. Se for uma campanha através do vosso blogue e a pessoa tiver lido através do leitor de Rss é necessário adicionar estes resultados aos nossos relatórios para poder analisar as fontes e os retornos respectivos.
Web Marketing ROI
Para as empresas é importante que esta medição, se faça embora, não seja fácil se a empresa não tem uma filosofia de eBusiness para medir também as conversões offline.
Vejamos algumas perguntas que a pessoa mais importante da empresa (PMIE):
• Qual a campanha que deu maior retorno?
• Qual o custo de aquisição de novos clientes?
• Qual o valor/numero de Cross-Selling e Up-Selling?
• Qual a eficácia no segmento seleccionado para campanha?
Na próxima vez irei abordar cada um destes tópicos conforme for oportuno.
Autor
Facebook cresce em Dezembro
Jan 13th
O domínio Facebook.com, da rede social Facebook, continua a ser o que maior crescimento tem, no que toca a visitantes únicos.
Por outro lado, o badoo.com, foi o que apresentou maior crescimento no que toca a páginas visitadas.
Estes valores só surpreendem quem não acompanha a evolução do Facebook que tem uma taxa de actividade altíssima. A adesão a campanhas de solidariedade é surpreendente e consegue “movimentos” nunca antes vistos.
A Marktest avaliou este crescimento, divulgando o seguinte “relatório”;
Em Dezembro de 2009, 3 275 mil portugueses com 4 e mais anos navegaram em suas casas na internet, o que representou uma pequena descida de 0.2% relativamente ao mês anterior mas um aumento de 2.0% face ao mês homólogo de 2008, de acordo com os resultados do estudo Netpanel da Marktest.
O domínio facebook.com registou novamente o maior aumento mensal em número de utilizadores únicos, enquanto o badoo.com foi este mês o que mais cresceu em páginas visitadas a partir do lar.

Neste mês, foram visitadas um pouco menos de 3 mil milhões de páginas, o que equivaleu a uma descida mensal de 2.4% e homóloga de 1.3%. Cada utilizador viu, em média, 912 páginas, o que significou uma descida de 2.3% e de 3.3% face a Dezembro de 2008.
O número de horas de navegação mensal superou 31 milhões, o que representou um decréscimo mensal de 1.0% mas uma subida homóloga de 10.9%.
O tempo despendido por utilizador baixou para 9 horas e 28 minutos, menos 4 minutos do que em Novembro mas mais 46 minutos do que no mesmo mês de 2008.
Na lista de domínios com mais utilizadores únicos, o google.pt mantém-se na liderança, com 2 947 mil indivíduos, seguido do sapo.pt, com 2 282 mil utilizadores únicos. O live.com, com 2 215 mil utilizadores únicos, sobe à terceira posição.
Em utilizadores únicos, a maior subida face a Novembro observada na lista dos 20 domínios mais visitados ocorreu de novo no domínio facebook.com, que cresceu 15.0% para os 1 427 mil utilizadores únicos (9ª posição). Pelo contrário, o domínio bing.com foi o que mais baixou entre os domínios do top 20, para os 724 mil utilizadores únicos (17ª posição), baixando 16.5% face ao mês anterior.

Quanto a páginas visitadas, a lista dos domínios com mais visualizações mantém-se encabeçada pelo google.pt, com mais de 314 milhões de páginas visitadas, seguido do hi5.com, com 290 milhões e do facebook.com, com mais de 274 milhões.
Em páginas visitadas, a maior subida face a Novembro foi observada no badoo.com, que mais que duplicou os números do mês anterior: cresceu 105.0% para os 18 milhões de páginas (15ª posição). No netlog.com observou-se, pelo contrário, a maior descida mensal, com uma quebra de 42.3% para 12 milhões de páginas (19ª posição).
A análise tem como base informação do Netpanel da Marktest, um estudo que analisa o comportamento dos internautas portugueses a partir de um painel de utilização doméstica. Contacte-nos para mais informações sobre este assunto
fonte: Marktest
Estes valores não podem ser desprezados pela Gestão e pelo Marketing, é mais um estudo que revela o potencial destas redes sociais e a capacidade de influência que têm junto dos seus consumidores.
A maior surpresa para alguns pode estar nos motores de busca. Quando se previa que o “BING” vinha em crescimento para fazer frente ao poderoso Google, obtém a maior “queda” nos domínios do Top 20.
É surpreendente continuar a ver o Hi5, uma rede dada por “morta” por muita gente, como nº 2 (a seguir ao gigante Google.com) no TOP de paginas visitadas (com 290 milhões), deixando o Facebook para o terceiro lugar. Não é de surpreender que na próxima análise o Facebook atinja o 2º lugar.
É de recordar que o Facebook, por 2 dias já teve mais visitas que o gigante Google.com.
Deste estudo destaco ainda o crescimento da Badoo.com, que embora pouco familiar dos portugueses, apresentou um crescimento de 105.0% para os 18 milhões de páginas visitadas. É mais um dado importante a reter.
Autor
Pós Graduado em Direcção de Marketing e Vendas pelo ISCTE
Inquérito GfK/Briefing: 65% dos portugueses utilizam redes sociais
Dec 30th
Apesar de neste mês o Facebook ter ultrapassado pela primeira vez o Hi5, no número de páginas visitadas em Portugal, o Hi5 continua a rede social mais popular a nível nacional. Segundo dados da GfK Metris, num estudo elaborado para o Briefing, o Hi5 é a rede social mais mencionada pelos portugueses (recordação espontânea), quando questionados sobre as redes sociais e comunidades na Internet que conhecem, mesmo que não utilizem.
88,5% dos inquiridos apontam o Hi5, seguido do MSN Messenger, 76,6%, e do Facebook, mencionado por 62,8%. O Youtube é referido espontaneamente por 48% dos entrevistados, enquanto o Twitter é apontado por 19,6% e o Myspace por 34,5%.
Quando sugerida a resposta, estes números aumentam para cima dos 75% em quase todas as redes sociais e comunidades na Internet contempladas no estudo, exceptuando o Twitter que é reconhecido por 57% dos inquiridos.
Já que toca às redes sociais e comunidades na Internet que os portugueses utilizam como mais frequência, o Messenger da MSN é o favorito dos inquiridos, 73% costumam visitar a plataforma com frequência. Seguem-se o Hi5 (64,2%), o Youtube (29,7%), o Myspace (16,9%). O Twitter é apontado por 4,7% dos inquiridos.
A frequente utilização destas plataformas regista os valores mais altos na faixa etária dos 15 aos 24 anos, em qualquer um dos casos, com excepção ao Facebook, que revela valores mais altos de utilização frequente nas idades dos 25 aos 34 anos.
O estudo da GfK lançou ainda a questão “em quais destes serviços tem um perfil ou conta criados?” Mais uma vez, o Hi5 fica no topo das redes sociais mais populares em Portugal, com 58,1 dos entrevistados a afirmarem ter um perfil criado na plataforma. 57,4% apontam o MSN Messenger, enquanto 35,8% revelam ter conta no Facebook. O Youtube consta nas respostas de 12,8% dos inquiridos, o Myspace em 12,2% e o Twitter em 6,1%.
Além destes dados o estudo pretendeu ainda identificar os aspectos mais atractivos da utilização de redes sociais na Internet. “Comunicar/conviver” foi a resposta mais apontada (62,2%), seguida da possibilidade de “conhecer novas pessoas” (31,1%) e do “acesso a informação/conhecimento” (16,9%). A “proximidade” é referida por apenas 10,8% dos inquiridos e o entretenimento por 6,1%.
AB
Fonte: GfK / Briefing
Facebook supera visualizações do Hi5 em Portugal
Dec 23rd

Na semana que decorreu entre 7 e 13 de Dezembro de 2009, o Facebook obteve maior número de visualizações do que o Hi5, entre os residentes no Continente com 4 e mais anos que navegam a partir de casa. Nessa semana, os 719 mil internautas nacionais que acederam ao Facebook consultaram cerca de 67 milhões de páginas, uma média de 93 por utilizador. Este número de visualizações supera o contabilizado relativamente aos 904 mil utilizadores únicos que no mesmo período acederam ao Hi5 e que consultaram 60 milhões de páginas, uma média de 66 por utilizador
Em número de utilizadores, regista-se uma aproximação progressiva entre as duas entidades, embora o Hi5 obtenha ainda um maior número de visitantes diferentes do que o Facebook, mas este tem, gradualmente, aproximado-se daquele
Já em tempo despendido, a liderança tem sido do Facebook já desde a semana compreendida entre 19 e 25 de Outubro, quando as cerca de 572 mil horas dedicadas ao Facebook pelos portugueses superaram as 448 mil dedicadas ao Hi5
Na última semana do ano, os valores registados pelo Facebook superam mesmo o máximo obtido pelo Hi5 durante este ano (de 791 mil horas na semana de 12 a 18 de Janeiro) e duplicam o valor do Hi5 nesta última semana. De facto, de 7 a 13 de Dezembro de 2009 os portugueses dedicaram 863 mil horas ao Facebook, uma média de 1 hora e 12 minutos por utilizador, um valor mais de duas vezes superior às 424 mil horas dedicadas ao Hi5, que correspondem a uma média de 28 minutos por utilizador. A análise tem como base informação do Netpanel da Marktest, um estudo que analisa o comportamento dos internautas portugueses a partir de um painel de utilização doméstica. Contacte-nos para mais informações sobre este assunto
Fonte: Marktest













