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	<title>Comments on: Da web 2.0 para a 3.0 e a geração Proconsumer!</title>
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		<title>By: Pedro Garcia</title>
		<link>http://mktportugal.com/blog/?p=895&#038;cpage=1#comment-66</link>
		<dc:creator>Pedro Garcia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 12:11:44 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Paulo, 

Considero o seu artigo interessante, gostei particularmente da forma como relaciona a Web 2.0 e a geração Proconsumer, passando claramente a mensagem ao leitor do artigo.
Parece-me que cada vez mais as marcas/empresas deverão planear a sua presença na Web 2.0 tendo sempre em consideração as exigências do seu consumidor e os atributos do mesmo.

Sou da opinião que cada vez mais o consumidor pretenderá estar &quot;perto&quot; da marca e que será esta proximidade que determinará o sucesso das marcas.

Cumprimentos,
Pedro Garcia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Paulo, </p>
<p>Considero o seu artigo interessante, gostei particularmente da forma como relaciona a Web 2.0 e a geração Proconsumer, passando claramente a mensagem ao leitor do artigo.<br />
Parece-me que cada vez mais as marcas/empresas deverão planear a sua presença na Web 2.0 tendo sempre em consideração as exigências do seu consumidor e os atributos do mesmo.</p>
<p>Sou da opinião que cada vez mais o consumidor pretenderá estar &#8220;perto&#8221; da marca e que será esta proximidade que determinará o sucesso das marcas.</p>
<p>Cumprimentos,<br />
Pedro Garcia</p>
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	<item>
		<title>By: Redes sociais e Networking &#171; Marketing Portugal</title>
		<link>http://mktportugal.com/blog/?p=895&#038;cpage=1#comment-33</link>
		<dc:creator>Redes sociais e Networking &#171; Marketing Portugal</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 12:47:07 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Da web 2.0 para a 3.0 e a geração proconsumer [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Da web 2.0 para a 3.0 e a geração proconsumer [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Paulo Morais</title>
		<link>http://mktportugal.com/blog/?p=895&#038;cpage=1#comment-30</link>
		<dc:creator>Paulo Morais</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 10:21:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mktportugal.com/blog/?p=895#comment-30</guid>
		<description>Caro Miguel Costa;
Fico grato pelo seu comentário e pela partilha do seu conhecimento/experiencia, afinal é isso que nos move no Marketing Portugal.
Concordo consigo quando diz que devemos conhecer bem o “mercado Web”, seja 2.0, 3.0 ou 4.0. Tal como nos ensina o Marketing, teórico, não devemos entrar em nenhum mercado sem antes fazer o diagnostico de situação e esse diagnostico, tradicional, implica adquirir conhecimento relativamente a todos os factos, reais, que apontou.
Quanto aos estudos, depende dos estudos e das suas fontes. Há estudos muito pertinentes e análises muito credíveis (como é o caso das que são feitas pela gartner).
Sem dúvida que não nos devemos fiar nos estudos, devemos ter as nossas próprias ferramentas de investigação e market research, devemos ter a capacidade de agregar um conjunto de informação que nos poderá ser útil, a vários níveis. Mas, no meu ponto de vista, não devemos “ignorar” os estudos periódicos ou os estudos regulares, têm sempre indicadores importantes que devemos “filtrar” para o nosso negócio.
Um abraço!
Paulo Morais</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Miguel Costa;<br />
Fico grato pelo seu comentário e pela partilha do seu conhecimento/experiencia, afinal é isso que nos move no Marketing Portugal.<br />
Concordo consigo quando diz que devemos conhecer bem o “mercado Web”, seja 2.0, 3.0 ou 4.0. Tal como nos ensina o Marketing, teórico, não devemos entrar em nenhum mercado sem antes fazer o diagnostico de situação e esse diagnostico, tradicional, implica adquirir conhecimento relativamente a todos os factos, reais, que apontou.<br />
Quanto aos estudos, depende dos estudos e das suas fontes. Há estudos muito pertinentes e análises muito credíveis (como é o caso das que são feitas pela gartner).<br />
Sem dúvida que não nos devemos fiar nos estudos, devemos ter as nossas próprias ferramentas de investigação e market research, devemos ter a capacidade de agregar um conjunto de informação que nos poderá ser útil, a vários níveis. Mas, no meu ponto de vista, não devemos “ignorar” os estudos periódicos ou os estudos regulares, têm sempre indicadores importantes que devemos “filtrar” para o nosso negócio.<br />
Um abraço!<br />
Paulo Morais</p>
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	<item>
		<title>By: jmigcosta</title>
		<link>http://mktportugal.com/blog/?p=895&#038;cpage=1#comment-29</link>
		<dc:creator>jmigcosta</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 01:05:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mktportugal.com/blog/?p=895#comment-29</guid>
		<description>Caro Paulo, 
gostei do seu artigo: simples; claro; ligeiro;

No entanto, gostaria de partilhar consigo o que penso sobre a Web 2.0 /3.0 e o Proconsumer.

Já utilizo a internet à 17 anos (comecei ao 13 anos) e à 10 anos que estou ligado profissionalmente à Internet. Ao longo deste tempo, pude assistir de um ponto privilegiado ao aparecimento de colossos e ao desaparecimento de gigantes.

Ao longo destes 17 anos construí um saber que me permite olhar de uma forma diferente para as “e-coisas”, principalmente para o marketing digital. 

Deixei de acreditar nos conceitos da Web 2.0 e 3.0 e 4.0 etc...
Deixei de acreditar em estudos de mercado... principalmente nos da Marktest… Agora, sou que faço a ventilagem de todos os dados que preciso.
Deixei de ver a internet pelos olhos teóricos do Marketing actual que não entende muito bem como ela realmente funciona… Passei a ver de forma diferente. 
Se lhe disser, que lhe posso vender 2 000 perfis do face de utilizadores portugueses? Ou se lhe disser que posso vender uma identidade digital com email, amizades, vídeos no youtube, perfil no facebook, hi5, twitter, com conta paypal e com um cartão de crédito?
Se lhe disser que lhe posso vender software, que de forma automática, faz o spinning dos artigos (dos sites que quiser) criando conteúdos novos e únicos?
Se lhe disser que lhe posso vender avaliações de produtos escritas por si e apresentadas por pessoas desde os 7 aos 75 anos de idade, na língua que quiser?
Poderia continuar… mas acho que já me fiz entender .
A Web não é o que parece! Gastei / perdi muito dinheiro on-line graças a teorias de marketing actual que quando analisadas devidamente, se revelam formas rebuscadas de “roubar dinheiro”.
Espero que não me leve a mal por este comentário, mas penso que para tudo temos de ver e conhecer os dois lados da mesma realidade: aquilo que se vê; e aquilo que não conseguimos ver;
Com os melhores cumprimentos
Miguel Costa</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Paulo,<br />
gostei do seu artigo: simples; claro; ligeiro;</p>
<p>No entanto, gostaria de partilhar consigo o que penso sobre a Web 2.0 /3.0 e o Proconsumer.</p>
<p>Já utilizo a internet à 17 anos (comecei ao 13 anos) e à 10 anos que estou ligado profissionalmente à Internet. Ao longo deste tempo, pude assistir de um ponto privilegiado ao aparecimento de colossos e ao desaparecimento de gigantes.</p>
<p>Ao longo destes 17 anos construí um saber que me permite olhar de uma forma diferente para as “e-coisas”, principalmente para o marketing digital. </p>
<p>Deixei de acreditar nos conceitos da Web 2.0 e 3.0 e 4.0 etc&#8230;<br />
Deixei de acreditar em estudos de mercado&#8230; principalmente nos da Marktest… Agora, sou que faço a ventilagem de todos os dados que preciso.<br />
Deixei de ver a internet pelos olhos teóricos do Marketing actual que não entende muito bem como ela realmente funciona… Passei a ver de forma diferente.<br />
Se lhe disser, que lhe posso vender 2 000 perfis do face de utilizadores portugueses? Ou se lhe disser que posso vender uma identidade digital com email, amizades, vídeos no youtube, perfil no facebook, hi5, twitter, com conta paypal e com um cartão de crédito?<br />
Se lhe disser que lhe posso vender software, que de forma automática, faz o spinning dos artigos (dos sites que quiser) criando conteúdos novos e únicos?<br />
Se lhe disser que lhe posso vender avaliações de produtos escritas por si e apresentadas por pessoas desde os 7 aos 75 anos de idade, na língua que quiser?<br />
Poderia continuar… mas acho que já me fiz entender .<br />
A Web não é o que parece! Gastei / perdi muito dinheiro on-line graças a teorias de marketing actual que quando analisadas devidamente, se revelam formas rebuscadas de “roubar dinheiro”.<br />
Espero que não me leve a mal por este comentário, mas penso que para tudo temos de ver e conhecer os dois lados da mesma realidade: aquilo que se vê; e aquilo que não conseguimos ver;<br />
Com os melhores cumprimentos<br />
Miguel Costa</p>
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