ARTIGOS WEBMARKETING

Quando as ferramentas de SEO e Google AdWords no son suficientes

O título do presente artigo poderá soar a uma mistura entre duas línguas feita de forma pouco criteriosa. Será mesmo? Desenganem-se, pois a escolha deste título não foi arbitrária e muito menos inocente.

As ferramentas de Optimização de Motores de Busca e a ferramenta de publicidade do Google poderão não ser suficientes para um profissional de Web Marketing dar maior visibilidade a um determinado sítio.

Que terão as nossas amadas professoras de inglês e “nuestros hermanos” a ver com as ferramentas de SEO e com o Google AdWords? A resposta é simples: o povo espanhol não é muito dotado no que à aprendizagem do inglês diz respeito. Este facto poderá dificultar a estruturação de uma campanha publicitária na Web, sobretudo, na definição das possíveis palavras que o internauta poderá usar para a procura/aquisição de um determinado bem ou serviço. Repare nos seguintes exemplos:

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- Um português ou um internauta de outra nacionalidade, que não espanhol ou de expressão hispânica, irá pesquisar: Whitney Houston.

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Web Analytics

Definição Web Analytics  “The measurement of data as it relates to an Internet site, including the behavior of visitors, the amount of traffic, the conversion rates, web server performance, user experience, and other information in order to understand and proof of results and continually improve the results of a site towards a set of objectives.”(in WebTrends) Deixo aqui o link da Associação de Web Analytics (http://www.webanalyticsassociation.org/resource/resmgr/PDF_standards/WebAnalyticsDefinitionsVol1.pdf)

A Web Analytics é a forma de medir se o objectivo do WebSite está a ser cumprido, ou seja, para um negócio será obter novos clientes, reter e acrescentar valor ao seu cliente para rentabilizar o seu negócio, para uma organização sem fins lucrativos será satisfazer as pessoas que servem a sua organização e captar benfeitorias.

No fundo poderei dizer “o que não pode ser medido não pode ser melhorado “(Lord Kelvin), ou ainda ”medir é conhecer” (Lord Kelvin), quantas vezes pensaste que uma determinada página Web do teu Web Site de que gostas, afinal não é o que os teus visitantes gostam, esta medição é nos dada por esta tecnologia que pode ser de diferentes formas ou em combinação. Ambas com vantagens e desvantagens, mas que podem ser complementares, estou a comparar as duas mais usadas as que utilizam os ficheiros dos servidores Web e a outra que hoje em dia é a mais usada que se chama “In page tagging” que é a colocação de um código para que a informação seja enviada para um servidor Web, aquando da visita ao teu Web Site, depois os Web Servers processam os dados (estes dados não contêm dados pessoais dos visitantes).

Falar de Web Analytics é um tema que me apaixona, porque podemos saber desde o mais simples, que é número de visitantes e qual o seu crescimento ao longo do tempo. Mas também podemos saber métricas que nos ajudam a analisar quais as páginas com mais interesse pelos visitantes assim como aquelas que precisam de ser melhoradas.

Vejamos como é muito interessante saber qual a rede social que tem mais retorno para o Web Site e quais os Web Sites que servem de referência, vejamos o exemplo do meu blogue:

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Concluímos que a rede social Linkedin, tem sido à que tem mais visitas e mais tempo no site, poderemos também tirar outras conclusões e com estes dados tomar decisões.

Podemos também optimizar quais as keywords (palavras-chaves) que nos trazem mais tráfego vejam a imagem :

Sem título_2

Poderemos ver quais as keywords mais relevantes aqui na imagem com menos Bounce Rate, ou seja, visitaram páginas do blogue e permaneceram pelo menos mais de 10 segundos (esta é a norma, mas pode ser diferente). É também interessante saber que as páginas por visita são maiores que 1, mas este retrato permitiu conduzir uma optimização do blogue de forma a melhorar os resultados, mas leva o seu tempo. Vejam por favor o artigo anterior sobre SEO aqui no Marketing Portugal.

Podem ver-se as diferentes  campanhas na imagem em baixo, esta vai permitir uma maior visibilidade e trazer tomadas de decisão.

Sem título_4

Vejam também o meu artigo no meu blogue sobre como colocar as “tags”  Colocar tags nos links e vejam o vídeo embora esteja em inglês é muito bom para começarem nesta temática  http://www.youtube.com/watch?v=Hdsb_uH2yPU&feature=channel

Sobre o autor

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Jorge Cunha
“Movido pela Paixão da Web”
Consultor na Netopolis para a área de CRM desde 2008, movido pela paixão da Web é Blogger desde 2006. Técnico de informática a mais de 15 Anos, passou por diferentes ramos de actividade ligados a informática desde o retalho especializado, passando também pela Hotelaria.
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Sou director de Marketing e tenho um novo site para adjudicar! E agora ?

Já ouviu falar de optimização para motores de pesquisa (SEO), usabilidade e acessibilidade mas na prática não sabe se a agência/parceiro que vai fazer o seu site vai ou não cumprir as boas práticas de desenvolvimento web.

Neste artigo revelo algumas orientações para que o seu próximo site cumpra os objectivos para que foi projectado.

Fazendo uma analogia, digamos que você quer construir uma casa e precisa de contratar uma construtora. O problema é que a maioria das construtoras poupa na qualidade dos materiais / boas práticas para poupar tempo, dinheiro e maximizar assim a margem de lucro. No final, a obra é entregue bonita por fora e defeituosa por dentro.

O que é que isto me afecta ?

Hoje em dia a maioria dos sites são avaliados apenas pelo seu aspecto visual. Habitualmente são negligenciados objectivos a cumprir, arquitectura de informação, usabilidade, acessibilidade, etc. Isto tem várias implicações no resultado final:

  • Elevada taxa de abandono (visitantes saem do site assim que entram)
  • Fraca visibilidade nos motores de pesquisa (menos visitantes)
  • Fraca performance em gerar contactos (leads)
  • Campanhas online com fraca performance (desperdício de dinheiro)

Como me posso proteger de um mau desenvolvimento web ?

Você necessita de alguém que zele pelos seus interesses. Assuma que não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar o portfolio de uma agência. A componente gráfica é um factor extremamente subjectivo e não é sinómimo de qualidade de construção.

Como numa obra em que os empreiteiros “atalham” caminho em nome de maior rendimento, a maioria das empresas de desenvolvimento não cumpre as boas práticas, a não ser que exista um agente fiscalizador.

Embora o resultado final possa parecer o mesmo com ou sem fiscalização (para olhos destreinados) a obra ficará diferente, especialmente o que não se vê (o HTML, estrutura e usabilidade no nosso caso).

Você necessita de um consultor, alguém que irá coordenar a construção do seu novo site e que deve cumprir a meu ver dois requisitos básicos:

  • Não estar ligado a qualquer empresa de desenvolvimento web.
    A fiscalização só será eficaz se não existir ligação entre a consultoria e o desenvolvimento, senão desenvolve-se um conflito de interesses do qual você irá sair prejudicado em nome de uma maior rentabilidade para a empresa de desenvolvimento.
  • Apresentar porfolio e case studies na área de consultoria web.
    Que problemas similares ao seu já foram resolvidos e qual o resultado final ?É importante que o consultor tenha vários anos de experiência e know-how técnico, pois ele será o interlocutor entre si e a empresa de desenvolvimento.O consultor web deverá possuir experiência em desenvolvimento web, caso contrário a sua capacidade de fiscalização será sériamente limitada.

O trabalho do seu consultor web

O trabalho do seu consultor web é estabelecer a ponte entre si e a empresa de desenvolvimento garantindo que as boas práticas são cumpridas e agilizando o processo (inventariação dos conteúdos necessários, requisitos legais, características técnicas, etc).

O workflow de desenvolvimento de um site

Objectivos

Para projectar um site necessitamos definir objectivos (gerar leads, divulgar produtos/serviços, venda de produtos online, etc). É importante pensar na sua estrutura de acordo com os objectivos e numa estratégia de web analytics que nos permita medir a performance do site no cumprimentos desses mesmos objectivos.

O trabalho do consultor web é perceber o seu negócio e ajudá-lo na definição desses objectivos.

Entregáveis (documentos essenciais para o desenvolvimento)

Depois dos objectivos estarem definidos é necessário reflecti-los em documentos de apoio ao desenvolvimento. Estão são essenciais para um processo “stress-free”:

  • Arquitectura de Informação
    A arquitectura de informação é como que a árvore do site. Especifica todas as páginas que irão existir e a sua hierarquia.
    É extremamente importante para o processo de navegação ser claro e intuitivo, além de ajudar na inventariação de todos os conteúdos necessários à sua construção.
  • Especificação funcional
    A especificação funcional descreve em pormenor funcionalidades específicas do site e é feita através de wireframes, um modelo funcional do site sem design.
    Pode ser mais ou menos aprofundado dependendo da complexidade do site. A especificação funcional clarifica o funcionamento do site, tornando o processo de desenvolvimento muito mais fácil.
  • Estratégia de Web Analytics
    Web Analytics é uma disciplina que analisa o comportamento dos utilizadores nos websites, por exemplo, se visitam 2 ou 20 páginas em cada visita, qual a duração média de cada visita, etc.
    Seria o equivalente a, por exemplo, num supermercado saber o tempo de permanência médio dos clientes no corredor das bolachas, os produtos mais vendidos no corredor das bolachas, o tempo de permanência no supermercado, os corredores visitados antes da caixa, etc.
    A estratégia de web analytics estabelece quais os indicadores de performance a monitorizar de acordo com os objectivos delineados no início do projecto. Quase todas as acções são passíveis de ser medidas num website.

A escolha de um gestor de conteúdos

Geralmente as empresas de desenvolvimento usam um gestor de conteúdos, sejam proprietários, comerciais ou open-source. Se o seu site requerer alguma funcionalidade específica, ela é incorporada através de módulos pré-existentes e/ou desenvolvidos à medida. O seu consultor web saberá qual o gestor mais apropriado para o seu caso.

  • Gestores de conteúdos proprietários
    Existem algumas empresas que desenvolveram o seu próprio gestor de conteúdos. Quanto a mim este tipo de solução apresenta uma grande desvantagem para si pois fica completamente dependente de um produto ao qual mais ninguém presta suporte. Não tirando o mérito a estas plataformas altamente eficientes, são exemplos as plataformas da Elemento Digital, Seara e da Mr. NET.
  • Gestores de conteúdos comerciais
    Existem gestores de conteúdos comerciais como o Vignette, InterWoven, Stellent ou Microsoft Office Sharepoint Server. Estes estão geralmente reservamos a organizações com capacidade financeira para suportar os elevados custos de licenciamento. Existem inúmeros parceiros prontos a prestar suporte comercial.
    Este tipo de solução é preferida porque “ninguém foi despedido por comprar IBM” . Quanto a mim existem outras soluções com as mesmas capacidades e mais económicas.
  • Gestores de Conteúdos Open Source
    Os gestores de conteúdos open source são gratuitos e alguns deles superam mesmo as capacidades de gestores comerciais ou proprietários. É o caso do Plone, WordPress ou Drupal. Alguns gestores de conteúdos são baseados em plataformas MVC (open source) que permitem um desenvolvimento aplicacional ultra-rápido e eficiente.
    Ao utilizar um gestor licenciado no modelo open source tem logo à partida inúmeras empresas especialistas nessa plataforma prontas a prestar-lhe todo o apoio necessário. Empresas que trabalham com soluções Open Source: Rupeal, Quodis, Corefactor, Log.

Conclusões

Na escolha de um parceiro de desenvolvimento assuma que não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar o portfolio. A componente gráfica é um factor extremamente subjectivo e não é sinómimo de qualidade de construção.

Hoje em dia, a visibilidade nos motores de pesquisa, usabilidade e acessibilidade são mais importantes para a sua performance do que o aspecto gráfico.

O desenvolvimento acompanhado por um consultor web isento garante-lhe à partida mais hipóteses de ter um site que cumpra as boas práticas, o que irá traduzir-se em melhores resultados.

“Para que serve um site bonito se não aparece nos motores de pesquisa ?”


Sobre o Autor

avatar_maldives João Correia
G
oogle Analytics Qualified Individual (GAQI), Web Information
Architect, Strategist, SEO, UX, POSH, Performance, Marketing Digital.
Analytics & SEO at Stepvalue.com

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SEO (Search Engine Optimization)

SEO (Search Engine Optimization), ou se quiserem optimização de motores de pesquisa serve para colocar o vosso site em posições relevantes aquando da pesquisa exemplo: GoogleYahooSapo ou outro.

PPC E SEO

SEO (Search Engine Optimization) é usado para múltiplas funções, desde comunicação da marca, posicionamento  na Web, mas penso que se deve considerar em termos empresariais como objectivos concretos do SEO (Search Engine Optimization):

  • Dar a conhecer o seu Web site
  • Trazer tráfego relevante para o seu Web site
  • Ter novas oportunidades de negócio para a sua empresa

Factores a ter em conta:

  • Conteúdo relevante
  • Idade do Domínio ( Web Site)
  • Alojamento do Domínio e Estrutura do URL‘s
  • Bounce Rate (Taxa de Abandono)
  • Palavras-Chave relevantes para o seu negócio
  • Efectuar troca de links com fontes credíveis
  • Rapidez de carregamento das páginas
  • Publicar conteúdo e links nas Redes Sociais

Pensar e utilizar uma estratégia

Fórmula

  • (palavras-chave * 100) / nº de palavras = x %

Exemplo:

  • para a palavra SEO (9*100) / 567 = 1,58 %

Search Engine Optimization (SEO), ou em Português optimização de motores de pesquisa é muitas vezes feito ao nível do código da página html, ou outra do Web Site. Vou agora explicar algumas  definições importantes:

  • Primeiro o que são Meta Tags, são meta dados(dados dos dados), neste caso são interpretados pelo navegador, vulgo browser mas não são visíveis na sua apresentação.
  • Estes Meta Tags são usados pelos motores de pesquisa que indexam as páginas e fazem a sua categorização.
  • O “head” é o cabeçalho do documento e o Title é o título que deve conter uma palavra-chave relevante para  o seu Web SiteNegócio e não deve exceder os 70 caracteres.
  • Os subtítulos vão do mais importante h1 a h3

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  • Na imagem 2 podemos ver como se faz

metatags 2

Recursos usados:

WorkShop – Starting SEO – Search Engine Optimization

Autor

jorge cunha

Jorge Cunha
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Consultor na Netopolis para a área de CRM desde 2008, movido pela paixão da Web é Blogger desde 2006. Técnico de informática a mais de 15 Anos, passou por diferentes ramos de actividade ligados a informática desde o retalho especializado, passando também pela Hotelaria.

WEBMarketing – Parte II

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Blogues, Fóruns

Estes permitem que nós, ao colocarmos conteúdo este deve ser dar conhecimento e ouvir as opiniões de pessoas que nos visitam. Estes blogues devem ter artigos com menos de 500 palavras (podem existir excepções á regra) deve ser combinado com texto e imagem para ser agradável a vista das pessoas. Lembre-se que hoje em dia existe muito a chamada leitura em Z e temos de tentar captar a atenção de quem nos visita. É uma óptima forma de apresentar-nos e mostrar o que fazemos e que produtos e serviços podem ser de valor para o cliente e que nos diferencia da restante concorrência.

Redes Sociais

Com desenvolvimento da tecnologia na Internet, permitiu que o utilizador da Internet fica-se no centro da Web, desta forma podem produzir conteúdos e estabelecer uma comunicação em tempo real. Para que as empresas utilizem este meio é preciso verificar a sua necessidade, pois estes meios são mais adequados B2C do que a B2B, mas cada caso é um caso. Ter sempre em mente que tem de haver comunicação e permitir que as pessoas entrem nesta “conversa” Deve ter em conta que deve utilizar com algum tacto e estratégia. Como as redes sociais estão abertas e pretendem que assim fiquem, desta forma colocam-se também, outras questões tais como definir uma politica, para o uso de redes sociais por parte dos colaboradores, as grandes empresas mundiais, mas as PMEs também deverão ter em conta.
No fundo é mais uma forma de comunicação, só que desta vez podemos ouvir a VOZ do Cliente, ou, potencial cliente, resta pois salientar que outros meios de comunicação não o permitem.

Web Analytics

Depois de todas as campanhas e testes efectuados com usabilidade temos de efectuar de medir os resultados de forma a conseguir atingir os objectivos a que nos propomos.
Temos de responder a determinadas questões:
• Como chegam os nossos visitantes?
• Porquê?
• O que paginas tem mais e menos interesse.
• Quais os objectivos
• Que retorno tem para o seu negócio.
Esta análise vai-nos permitir saber o custo de aquisição de novos clientes e também a taxa de conversão das nossas campanhas. Se for uma campanha através do vosso blogue e a pessoa tiver lido através do leitor de Rss é necessário adicionar estes resultados aos nossos relatórios para poder analisar as fontes e os retornos respectivos.

Web Marketing ROI

Para as empresas é importante que esta medição, se faça embora, não seja fácil se a empresa não tem uma filosofia de eBusiness para medir também as conversões offline.
Vejamos algumas perguntas que a pessoa mais importante da empresa (PMIE):
• Qual a campanha que deu maior retorno?
• Qual o custo de aquisição de novos clientes?
• Qual o valor/numero de Cross-Selling e Up-Selling?
• Qual a eficácia no segmento seleccionado para campanha?
Na próxima vez irei abordar cada um destes tópicos conforme for oportuno.

Autor

jorge cunha

Jorge Cunha
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Consultor na Netopolis para a área de CRM desde 2008, movido pela paixão da Web é Blogger desde 2006. Técnico de informática a mais de 15 Anos, passou por diferentes ramos de actividade ligados a informática desde o retalho especializado, passando também pela Hotelaria.

As leis fundamentais do SEO

Nesta minha primeira contribuição decidi abordar as bases teóricas que fundamentam a teoria do SEO.

A WWW é composta por diversos ecosistemas de pesquisa (Google, Yahoo, Sistemas de busca interna de qualquer website). No conceito fundamental de ecosistema está o processo de produção, indexação e apresentação de determinados conteúdos em detrimento de outros. Um ecosistema de pesquisa opera em três perspectivas:

  • Produtores de conteúdos – Todos nós que escrevemos na web
  • Indexadores – Percorrem as páginas, lêem o texto, atribuem-lhe um valor de ranking
  • Pesquisadores – Interpretam os valores do ranking mediante factores de relevância intrínsecos

Cada perspectiva tem o seu próprio objectivo e as suas prioridades, cujos critérios de participação são determinados arbitrariamente.

1ª Lei do SEO

“Para cada ecosistema de pesquisa existem precisamente 3 conjuntos de critérios arbitrários que determinam o resultado final do processo ”

A independência de cada perspectiva implica a sua optimização própria. Seguem exemplos de como cada uma poderá praticar esta optimização:

  • Produtores de conteúdos: constante actualização de conteúdos
  • Indexadores: manipulando estruturas de ranking
  • Pesquisadores : alterando o algoritmo de análise à relevância

2ª Lei do SEO

“O resultado de qualquer função de pesquisa é determinado pela inseparável união das três perspectivas ”

Devido a isto não se pode ignorar nenhuma das perspectivas, podendo cada ecosistema atribuir-lhes diferentes importâncias mas não a exclusão.

3ª Lei do SEO

Os fundamentos da economia explicam que apenas podemos participar num ecosistema se existir um benefício tangível, um retorno do investimento (ROI).

O estado óptimo de um ecosistema acontece quando todas as 3 perspectivas alcançam os seus objectivos em pleno.

“Os ecosistemas de pesquisa devem tender para um estado óptimo ”

Neste processo apenas é possível de alcançar dois estados:

  • Acordo
  • Conflito

O acordo entre duas ou três perspectivas acontece quando todas as intervenientes alcançam em pleno todos os seus objectivos, bastando que uma não o consiga para se gerar um estado de conflito.

4ª Lei do SEO

“Um ecosistema de pesquisa transita entre diferentes estados para a eliminação de conflitos com base na negociação ”

Cabe a cada perspectiva resolver os seus conflitos, devendo para tal utilizar técnicas de negociação e não de imposição.
Ecosistemas de pesquisa e ecosistemas de pesquisa em tempo real
 

Hoje em dia a noção de pesquisa já não se limita a sistemas de indexação demorados e de sistemas de ranking. Ao olharmos a fundo para aplicações como o Twitter, podemos afirmar que o paradigma de pesquisa está em mudança.

A própria Google e outros ecosistemas estão agora a adaptar-se a estes concorrentes, aplicando filtros de 24 horas. O problema é o volume de páginas que conseguem ser interpretadas, com ranking atribuído e ainda que não estejam no índice suplementar por alguma injustiça algorítmica.

Sobre o autor

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Technical: SEO, E-mail Marketing, CRM, Web Metrics, Web 2.0, Web Programming, Marketing Automation Processes
Team Work: Balanced Leadership, Motivated, Rational, Realistic, Ethic.
Personal: Love Marketing, Proactive, Optimist , Value Oriented

j.m.leite@gmail.com 

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WebMarketing

Web Marketing

 

Num mundo cada vez mais online em que os consumidores e utilizadores da Internet, passam cada vez mais tempo e efectuam as suas decisões de compra, após consulta informada na Internet. Derivada a esta crescente importância, o Web Marketing tem e irá assumir cada vez mais importância para as empresas e indivíduos.

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A meu ver o Web Marketing divide-se em diferentes áreas:
• Optimização de motores de pesquisa (SEO – Search Engine Optimization )
• Anúncios na Internet (PPC – Pay Per Click)
• Email Marketing
• Blogues, Sites, fóruns, micro-sites
• Redes Sociais
• Twitter (comunicação em tempo real)
• Web Analytics

Vamos só falar em SEO e PPC e deixar as outras áreas para outra altura.

SEO
Não existe fórmulas secretas para o êxito, cada negócio deve ser encarado e analisado em concreto. No essencial deve haver uma estratégia empresarial e recursos para poder adequar uma estratégia que faça a diferença. Vejamos o SEO tem de ser medido no médio prazo, porquê? Porque existem alguns factores a considerar:

• O Site é novo?
• Está a ser adequado, as palavras-chave (Keywords) que interessam ao negócio?
• Está optimizado?
Existem também outros factores a considerar, tal como a usabilidade do Site.
De lembrar que para o motor de pesquisa todas as páginas do nosso Web Site são paginas de destino (Landing Pages).

PPC
Os anúncios na Internet são uma forma de publicitarmos o nosso bem, serviço e colocarmos uma adequada Landing page para podermos efectuar uma boa conversão. Derivado por vezes a falta de recursos humanos de uma empresa por vezes é necessário efectuar investimento unicamente em anúncios na Internet estes podem ser por:

• Contextualização, ou seja, a pessoa quando efectua a pesquisa de uma palavra ou + que uma exemplo: Web Marketing

• Por colocação em site, normalmente neste coloca-se em sites de referência e portais que tenham que ver com o nosso negócio

É Claro para uma análise efectiva deve-se usar uma ferramenta de análise e esta vai permitir uma melhor gestão das campanhas efectuadas e dirigir os seus esforços para aquela página que não está optimizada e aquela keyword que necessita de uma pagina de destino adequada.

WebMarketing2

Nós próximos artigos iremos continuar a falar dos restantes e não menos importantes do Web Marketing.

Autor

jorge cunha

Jorge Cunha
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Consultor na Netopolis para a área de CRM desde 2008,  movido pela paixão da Web é Blogger desde 2006. Técnico de informática a mais de 15 Anos, passou por diferentes ramos de actividade ligados a informática desde o retalho especializado, passando também pela Hotelaria.