Vencedor passatempo Marketing Interno e Comunicação
Vencedor do passatempo Marketing Interno e Comunicação:
Fernando Silva
Passatempo:
0Impacto do Marketing Digital no sector da Saúde
É de conhecimento geral que a Internet veio alterar o comportamento do consumidor durante o processo de decisão de compra na maioria dos sectores todavia, há sempre uma estranha dúvida sobre se esta mudança também é “sentida” no sector da saúde, um sector com características tão particulares.
Para se conseguir definir e implementar as melhores estratégias de Marketing, torna-se indispensável conhecer as necessidades e desejos dos consumidores, assim como o seu processo de decisão de compra (Ferreira et al, 2009). Para mim, o sector da Saúde não é excepção.
Reconhecimento de uma necessidade
Nesta fase, o consumidor identifica um problema ou uma necessidade. A necessidade pode ser desencadeada por estímulos internos (como por exemplo, fome, sede, sexo) ou externos (estímulos externos). Os estímulos externos podem ser pessoais (amigos, contacto pessoal com vendedor, etc.) ou impessoais (artigo numa revista, anúncio de televisão, e-mail ou outra fonte externa).
Numa perspectiva de Marketing, as organizações podem recorrer, por exemplo, a uma estratégia digital para aumentar a percepção do consumidor, transmitindo-lhe informações sobre um eventual problema.
0Passatempo: Livro Marketing Interno e Comunicação
O MKTPortugal em parceria com editora PsicoSoma, vem lançar mais um desafio que vos permite ter acesso a uma publicação com o título: Marketing Interno e Comunicação: O impacto das novas tecnologias nas PME´s .
Regras de participação:
- Estar registado no MKTPortugal (www.mktportugal.com)
- Participar com o mesmo e-mail de registo do Marketing Portugal
- A mensagem criada e enviada tem que ser da autoria do participante
- Ser criativo!
Desafio
- Os participantes deverão criar uma mensagem sobre o novo ano (2012) e enviar para e-mail mkt@mktportugal.com
- A mensagem pode ser criada no formato que considerarem mais pertinente (vídeo, áudio, texto, imagem..)
Prémios
O vencedor terá direito a:
- 1 exemplar do livro – Marketing Interno e Comunicação: O impacto das novas tecnologias nas PME´s – autografado pelo autor do livro – Jorge Remondes
Duração do passatempo
- Inicio: 12 Janeiro
- Fim: 30 Janeiro
- Divulgação dos vencedores: 31 Janeiro
9 em 10 marketers não conhece a regra 60\30\10
Das diversas tarefas que um marketer tem no desenvolvimento de um web site, a escolha ou aprovação de uma palete de cores a ser utilizada é uma das mais importantes e que muitas vezes acaba por ser decidida com base no gosto pessoal (”gosto mais desta cor”, “acho que assim fica mais bonito”, etc…).
2Marketing no sector da saúde
O Marketing no Sector da Saúde não se restringe à venda de produtos ou serviços, com origem na Indústria Farmacêutica. O modo como cada nação define o seu sistema de Saúde condiciona todas as tarefas de Marketing, como pesquisa de consumidores, determinação de preços, vendas, publicidade e coordenação de canais de distribuição. Hospitais, casas de repouso, consultórios médicos, empresas de medicina, centros de reabilitação e outras organizações de Saúde também começaram a pensar e a agir com o Marketing, desde 1970 (Kotler et al, 2010). Os autores apresentam ainda alguns factores que justificam o investimento em Marketing nas áreas da Saúde:
0Variáveis do Marketing Digital
O crescimento do Marketing Digital como disciplina de estudo e investigação, faz com que diversos autores defendam uma nova evolução aos P´s do Marketing para incluir variáveis que se enquadram no ambiente digital e no comportamento do consumidor online.
Desta forma, Coto, (2010), Director Académico do Master em Marketing Digital da IE Business School, defende que o Marketing Digital não se resume só aos tradicionais “P´s” , fazendo referência a 8 P´s do Marketing Digital.
Para além dos “tradicionais” P´s do Marketing (comunicação, distribuição, produto e preço), Coto (2010) propõe a integração de mais 4 P´s:
1Impacto da Internet no Marketing Operacional
As principais características da Internet que causam impacto no Marketing são (Dionísio et al., 2009: 32):
1. Imaterialidade – toda a Informação pode ser digitalizada e transmitida pela Internet
2. Omnipresença – uma rede global à distância de um clique
3. Rapidez – níveis de interactividade e inovação que a rede permite
4. Inovação – tudo pode ser discutido e partilhado
5. Crescente – não há barreiras, permitindo uma interacção directa, global e imediata
6. Eficiente – por exemplo, o consumidor tem mais liberdade de escolha
7. Pessoal – massificou a personalização e conceitos como “CRM” ganham outra dimensão
8. Fossilizante – pode destruir empresas, ou indústrias que não se adaptem/defendam, por exemplo, à digitalização.
Torres (2010) afirma que a Internet tornou-se num ambiente que afecta o Marketing em qualquer empresa de diversas formas, seja na comunicação corporativa, ou na publicidade e continuará a afectar mesmo que não se invista nela.
0Marketing “tradicional” vs “novo” Marketing
Como tudo começou
Diversas fontes referem que o Marketing no âmbito académico tem origem na primeira década de 1900. Cobra et al.(2010) identificam o ponto de partida para a evolução e extensão do Marketing, quando D.G.B Jones ministrou na Universidade de Michigan um curso intitulado “A indústria distributiva e reguladora dos Estados Unidos” e em 1905 surge então um curso intitulado “Marketing de produtos”, na Universidade de Pennsylvania.
Desde então o Marketing foi evoluindo ao longo do tempo passando por diversas fases:
0O vendedor confuso
Durante esta partilha não vou mencionar nomes porque não é meu intuito denegrir nenhuma Marca ou profissional, a ideia é partilhar o perigo deste tipo de situação para as empresas (e mesmo para os profissionais).
Era uma vez..
Tudo se passou num dia em que fui dar uma palestra sobre Marketing numa universidade do Norte. Depois da minha intervenção, falou uma pessoa sobre a sua experiência e sobre a sua realidade profissional.
Esta pessoa era um vendedor. Utilizou todo o seu tempo para falar da sua empresa e das vantagens que o seu serviço auferia aos presentes se estes aderissem ao seu “programa”. Não interessa para aqui o tipo de Marca, nem o tipo de programa, interessa que a pessoa foi excelente a vender o seu “peixe” e confesso que até eu estava quase a acreditar naquilo tudo.
0A questão das relações de marketing associada às parcerias de inovação
Introdução ao Open Innovation como um novo modelo de cooperação com os mercados
O OI foi introduzido na literatura da especialidade por Henry Chesbrough (2003) e assume-se como um novo conceito para o século XXI. Este novo modelo, que contrasta com o modelo tradicional da inovação, que se crê ter prevalecido durante o século XX, designado de Closed Innovation (Chesbrough, 2003), objectiva a criação de um maior valor acrescentado para as organizações, explorando para tal quer as potencialidades internas da empresa quer os benefícios decorrentes de um maior envolvimento com fontes externas de conhecimento.
No modelo fechado da inovação, a vantagem competitiva das empresas era alimentada pela descoberta de maiores e melhores ideias e baseava-se nos esforços que ocorriam nos seus laboratórios internos de I&D (Chesbrough, 2003; 2004; Gann, 2004; Smith, 2004; Hemphill, 2005; Blau, 2007), sendo os projectos de investigação desenvolvidos e comercializados pelas empresas que investiam intensamente na sua I&D. Neste contexto, os projectos que não iam de encontro à actividade principal da empresa ficavam em stock, esperando por uma oportunidade para serem utilizados (Gann, 2004; Hemphill, 2005; Blau, 2007), correndo-se o risco de tais oportunidades não surgirem. Assim, os lucros advinham da posição estratégica que as empresas ocupavam no mercado, sendo reinvestidos em I&D originando novas descobertas, resultando em um ciclo vicioso. Neste âmbito, as empresas que não apresentassem recursos capazes de financiar a investigação interna encontrar-se-iam numa clara desvantagem competitiva, com tendência a serem ultrapassadas pela concorrência, tornando-se para tal obsoletas (Smith, 2004; Alio, 2005). Neste sentido, o modelo remete para a concepção de uma empresa totalmente fechada sobre si própria, confinando-se em demasia às suas “muralhas” (Chesbrough, 2003), em que o modelo de negócio está centrado no desenvolvimento de produtos assentes em tecnologia desenvolvida internamente e comercializados sobre a direcção da empresa (Chesbrough e Schwartz, 2007), requerendo a inovação um controlo apertado, inexistindo qualquer interacção entre empresas, agentes e colaboradores.
0Vencedora passatempo – Formação Marketing Digital
A vencedora do passatempo Formação Marketing Digital é a Catarina Pimpão que irá ser contactada em breve pela organização do Executive Training
Resposta certa: 11
Parabéns e boa formação!
TV Local como mecanismo de inscrição: estudo Porto Canal (2)

Na sequência do anterior artigo (Agosto 2011), sobre a reflexão do fenómeno das Tvs Locais, seguem-se os resultados obtidos da II parte da investigação sobre segmentação e mercado do Porto Canal.[i]
Um dos objectivos principais deste estudo é perceber a expansão geográfica do Poro Canal. Assim, a direcção do Porto Canal definiu as áreas geográficas prioritárias de aplicação, formando os seguintes estratos: Porto, Maia, V. N. Gaia, Gondomar, Matosinhos, Valongo, Guimarães, Braga e Vila Real Deste modo, o pré-teste e o questionário final foram aplicados nestes concelhos. O número total de inquiridos foi de 441 participantes.
Procedimento
Devido à natureza do estudo, recorreu-se a um tratamento univariado das variáveis sócio-demográficas que permitiram segmentar a população dos telespectadores. O tratamento estatístico foi baseado na análise de tabelas cruzadas ou de contingência, análise gráfica destas tabelas através da análise de correspondências. O posicionamento do canal relativamente aos atributos foi efectuado recorrendo a uma análise discriminante multivariada aos mapas perceptuais resultantes.
0Marketing Pessoal: Já encontrou a sua Vaca?
“A VACA”
Um velho mestre decidiu ir ter com o seu discípulo visitar a aldeia mais pobre entre as aldeias mais pobres da região. Quando chegou, dirigiu-se ao casebre mais miserável de todos.
Assim, o mestre e o discípulo entraram numa casa de pouco mais de seis metros quadrados na qual vivia pobremente uma família composta pelo pai, pela mãe, quatro filhos e dois avós. Contudo, apesar da penúria, aquela família possuía um bem, extraordinário, tendo em conta aquelas circunstâncias: uma vaca faminta cujo escasso leite lhes servia de alimento, insuficiente, é certo, mas o único que tinham.
O pai, pobre mas hospitaleiro, convidou o mestre e o discípulo para passarem a noite com eles. No dia seguinte, muito cedo, assegurando-se de que não acordava ninguém, o mestre disse em voz baixa ao discípulo:
0Passatempo: Formação Marketing Digital
A IFE – Portugal está a organizar uma formação em Marketing Digital – estratégias e tácticas – constituída por 9 módulos, 42 horas a decorrer em Lisboa (Sana Malhoa Hotel) nos dias 14, 15, 21, 22, 28 e 29 de Novembro de 2011.
Para mais informações: Programa Executive Training
0Marketing Digital: Será que o conteúdo é realmente o Rei?
O mundo digital é fértil em falácias e meias verdades que após muita repetição passam a ser tomadas como verdades inquestionáveis. A questão do conteúdo ser o Rei da internet é uma dessas meias verdades que foi espalhada por alguém que não percebe o carácter holístico da internet.
O conteúdo apenas é o rei para os motores de pesquisa. Estes são “seres” sem sentimentos que enviam robots frios e calculistas vasculhar o nosso site em busca de conteúdo. E ai sim, o conteúdo é Rei.
Mas com certeza que o que você pretende é que sejam humanos a visitar o seu site. Acredito que os robots enviados pelos motores de pesquisa não sejam grandes clientes. E para ter clientes a visitar o seu site vai ter de trabalhar mais do que o conteúdo e perceber que existem factores que para o ser humano são muito mais importantes que o conteúdo.
12City Marketing: O turismo virtual
A sociedade encontra-se actualmente num processo de mudança constante em que as novas tecnologias são as principais responsáveis, constituindo instrumentos indispensáveis às comunicações pessoais, de trabalho ou de lazer. Este novo modelo de sociedade assenta num desenvolvimento social e económico onde a informação desempenha um papel fundamental na produção de riqueza e na contribuição para o bem-estar e qualidade de vida dos cidadãos.
Este novo paradigma assenta na interactividade constante onde as redes sociais desempenham um papel fulcral na divulgação do conhecimento. Desta feita, esta realidade virtual projecta-se mesmo para além do ecrã, proporcionando aos utilizadores uma partilha constante de opiniões e experiencias, assumindo-se, por isso, como um verdadeiro desafio para produtos e empresas.
1Os desafios do Marketing Desportivo
O desporto é o fenómeno cultural de maior magia no mundo contemporâneo (Manuel Sérgio, 2003). De fato, é nele que observamos das mais incríveis performances do Homem, nos maravilhamos continuamente e sonhamos sem alcance com a maior das glórias.
Atualmente, não há dúvidas que o desporto é um dos principais veículos de comunicação das marcas para impactar o seu público-alvo, uma vez que parte significativa deste é consumidora de desporto. Contudo, apesar de relevante, este argumento perde força no ambiente hostil e pouco estimulante em que nos encontramos, na medida em que as organizações que investem no desporto se debatem com um contexto onde escasseiam os recursos financeiros e onde, em simultâneo, as necessidades e expectativas do consumidor se encontram em constante mutação. Torna-se assim necessário aos profissionais de marketing desportivo identificar os desafios que marcam o sector onde desenvolvem a sua atividade, e com isso definir estratégias que permitam potenciar as organizações promotoras do desporto.
0Posicionamento Global nos Motores de Busca
Estar bem posicionado nos motores de busca, é hoje, fundamental para qualquer website. Isto porque, quando se pretende encontrar algo na internet, recorremos a maior parte das vezes a motores de busca, tais como, o Google, Yahoo, Bing, Sapo, entre outros. Este paradigma, veio revolucionar por completo, a forma como as pessoas e as empresas comunicam entre si.
O “campo de batalha” está hoje na internet. Este facto, reflecte cada vez mais a importância que as empresas atribuem ao canal internet, pois começam, a alocar parte considerável do seu budget de marketing em canais online.
Existem duas maneiras das empresas se posicionarem nos motores de busca. Uma, consiste no posicionamento natural nos resultados de pesquisa. Este posicionamento advém de técnicas de SEO (Search Engine Optimization) que fazem com que um website ganhe relevância. A outra maneira, consiste no posicionamento nos Links Patrocinados (resultados pagos). Aqui falamos, de campanhas de publicidade online. Um exemplo sobejamente conhecido de todos nós, são os anúncios do Google.
3Marketing: Plano de marketing para fornecedores
Na era da ditadura do cliente, o enfoque dos profissionais do marketing está normalmente centrado nos potenciais compradores, nos seus gostos, interesses e necessidades. Não será, por isso, de estranhar que os Planos de Marketing das organizações estejam normalmente direccionados o mercado e os clientes.
No entanto, também a montante existem algo muito importante para a performance das empresas e uma busca rápida na internet facilmente demonstra que as inúmeras propostas de modelos de Planos de Marketing se esquecem dos stakeholders. Muito do êxito das empresas a estes se deve, com especial destaque para os seus colaboradores e fornecedores.
0Livro: Encantamento (Guy Kawasaki)
O livro - Encantamento – A Arte de Criar Emoções, Ideias e Atitudes – de Guy Kawasaki não está directamente relacionado com o Marketing porém, é um excelente manual que partilha não só a experiência do autor como consultor da Apple mas também nos ajuda a adquirir uma nova forma de encarar o mundo dos negócios através do que ele chama de Encantamento.
0Marketing: As Marcas têm que ser transparentes
Com a ascensão do mundo digital, mais do que nunca, as Marcas têm que ser transparentes e honestas. As Marcas estão a ser constantemente alvo de análises profundas que avaliam/analisam a sua veracidade, não vale a pena tentar contornar o “sistema”.
Seth Godin defende que as Marcas devem saber contar histórias ao ponto dos seus consumidores acreditarem nelas. O “guru” do Marketing vai ainda mais longe ao dizer que “os profissionais de Marketing mentem aos consumidores porque estes exigem que assim seja. Os profissionais de Marketing contam histórias e os consumidores acreditam nelas” porém, realça a importância das próprias Marcas acreditarem no que comunicam. Seth de forma alguma defende que a mentira (no verdadeiro sentido da palavra) é o melhor caminho aliás, o autor assume que se a história não for verdadeira os efeitos podem ser colaterais.
0Marketing: A criação de valor e o funil de compra
O Paulo Moreira, escreveu no artigo Mitos do Marketing algo muito interessante porém, há uma “expressão-chave” que finaliza a sua abordagem que vou ter que “pedir emprestada” para este artigo:
” A criação de valor para o cliente só tem êxito se, efectivamente, proporcionar criação de valor para a empresa.”
Ter este pensamento é fundamental para evitar o desperdício. Muito se fala de relacionamento, interacção e criação de valor mas, na verdade este tipo de decisão só faz sentido se criar valor para a empresa (com resultados).
0Marketing: OS MITOS DO Marketing
Este é o primeiro de uma série de artigos que efectuam uma abordagem sobre os conceitos de marketing e a sua aplicação ao contexto real das empresas e do mercado. Não se pretende com estes textos criar novos conceitos, nem tão pouco refutar aqueles que são apresentados nos manuais de marketing mas sim efectuar uma reflexão crítica sobre os mesmos, tendo por base a minha experiência profissional.
Nesse sentido, todos são livres de discordar e/ou criticar e espero que possam igualmente partilhar algumas das vossas experiencias sobre a matéria.
CRIAÇÃO DE VALOR… para a organização.
Em 1982, o livro “Em Busca da Excelência”, de Tom Peters e Bob Waterman inaugurava a era da gestão organizacional orientada para o cliente, sendo que a função principal da empresas, que até aí se limitava a produzir para vender, passa a ter como foco a satisfação do cliente.
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